Abel Ferreira lamenta goleada sofrida pelo Palmeiras: “Golpe duro”

Técnico do Verdão lamentou revés para o Tigre no Paulistão; derrota foi a mais elástica do Palmeiras na era Abel Ferreira
ABEL FERREIRA
FOTO: REPRODUÇÃO

O Palmeiras foi goleado pelo Novorizontino, por 4 a 0,  nesta terça-feira (20), em duelo válido pelo Paulistão.  O técnico Abel Ferreira lamentou o revés e se posicionou sobre o resultado, o mais elástico desde a sua chegada ao Verdão.

“Não fomos competitivos. Espero que possamos errar tudo neste tipo de jogos. Sabemos a responsabilidade que é representar o Palmeiras. É um golpe duro. Basta olhar para a forma como sofremos os quatro gols, não é normal. Não é normal porque não fomos competitivos. Derrota pesada, mas será maior se não aprendermos com o que aconteceu”, iniciou o técnico.

“A minha maior derrota desde que estou aqui. Quando somos uma equipe competitiva, estamos preparados para ganhar de qualquer equipe do mundo. Quando não competimos, como hoje, nem nos mobilizamos, podemos perder para uma equipe de quinta divisão”, complementou.

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Abel Ferreira limitou o número de perguntas da entrevista

O técnico do Palmeiras evitou tecer maiores comentários sobre o tropeço diante do Novorizontino. Sendo assim, Abel Ferreira limitou o número de perguntas na entrevista do pós-jogo: foram apenas três.

“O futebol é volátil. Não estava tudo bem porque tivemos três vitórias seguidas. É momento para avaliarmos o momento de cada jogador, para nos testarmos também. Cada jogo tem uma história diferente. Golpe duro. Nos resta trabalhar e se preparar para o próximo jogo”, avaliou.

Por fim, o técnico português buscou justificas para o fracasso do Palmeiras. Segundo Abel, o obstáculo está associado ao grande número de jogadores lesionados no elenco.

“Há muitos lesionados e não estamos na máxima força. Vamos apostar nos jovens, olhá-los e testar. Hoje sofremos gols que não podemos sofrer. A responsabilidade de representar o Palmeiras é enorme”, explicou antes de complementar.

“Sabemos os riscos de apostar na base. Mas a base nunca foi o problema, será uma solução. Eu sei o que estou a fazer. Sabemos que, em função dos lesionados, no meio-campo não tem outra forma a não ser dar oportunidade ao Larson e Luis (Pacheco). Na defesa, rodar, experimentar o Arthur, no ano há muitas lesões”.

 

 

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