Antes de tudo, Santos e Corinthians fizeram um clássico intenso e movimentado, com chances para os dois lados e clima de decisão do início ao fim. O time paulista saiu na frente ainda no primeiro tempo, desperdiçou um pênalti e criou mais volume ofensivo, enquanto o Santos resistiu, ajustou a equipe após o intervalo e buscou o empate nos minutos finais. Nos acréscimos, Gabriel igualou o placar em 1 a 1.
Como foi o primeiro tempo?
O Corinthians começou com mais posse e iniciativa ofensiva, trocando passes no campo de ataque, enquanto o Santos se fechou e buscou contra-ataques. Logo aos 10 minutos, Yuri Alberto arrancou em velocidade, driblou a defesa e sofreu pênalti de Zé Ivaldo, mas o próprio atacante desperdiçou a cobrança.
Mesmo após o erro, o Corinthians manteve a pressão. Aos 16 minutos, depois de sequência de finalizações e defesas de Brazão, Yuri Alberto aproveitou o terceiro rebote dentro da área e abriu o placar. O gol consolidou o domínio alvinegro, que seguiu rondando o ataque.
O Santos tentou responder com lançamentos e bolas alçadas, criando poucas chances claras. Rollheiser e Barreal apareceram pontualmente, mas sem efetividade. O Corinthians controlou o ritmo até o intervalo, criou novas oportunidades e foi para o vestiário em vantagem por 1 a 0.
Como foi o segundo tempo?
O Santos voltou mais agressivo após o intervalo, promoveu mudanças e passou a disputar mais o meio-campo. O jogo ficou truncado, com muitas faltas e reclamações. Ainda assim, o Corinthians levou perigo em jogadas de velocidade, especialmente com Yuri Alberto e Raniele pela esquerda.
Com as substituições, o Santos cresceu pelos lados e passou a rondar a área. Gabriel Menino organizou as bolas paradas, enquanto Gabigol apareceu mais na finalização. O Corinthians tentou administrar a vantagem, apostando em contra-ataques e reforçando a marcação no setor defensivo.
Nos minutos finais, a pressão santista aumentou. Aos 48, Gabigol cobrou falta com força e precisão, vencendo Hugo Souza para empatar a partida. O segundo tempo terminou marcado pelo equilíbrio, tensão e alto número de cartões, reflexo de um jogo disputado até o último lance.


