Cadê John Textor? Torcidas organizadas do Botafogo agendam protesto

Americano sofre cobrança também no clube da Bélgica
John Textor vive crise com torcida do Botafogo
Foto: Instagram / Fúria Jovem

Aparentemente a paciência do torcedor do Botafogo com Jonh Textor chegou ao fim. Desse modo, as principais organizadas do clube agendaram pada o próximo sábado, 24, uma manifestação contra a atual gestão da SAF.

Vale lembrar que o Alvinegro sofre com o transfer ban da Fifa desde o dia 31 de dezembro,  e está impedido de inscrever jogadores para a temporada de 2026.

Nos últimos dias, pessoas próximas a John Textor afirmaram que o bloqueio estaria perto do fim. Contudo,  até o momento, o clube não pagou os 21 milhões de euros ao Atlanta United pela contratação de Thiago Almada.

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Veja a nota divulgada por torcedores organizados do Botafogo

A torcida alvinegra, unida através de suas organizadas e de seus torcedores, convoca todos para um ato de protesto contra a atual administração do clube.

Não aceitaremos mais o descaso, a falta de profissionalismo e o desrespeito com a nossa história. O Botafogo pertence à sua torcida e exigimos uma gestão que esteja à altura da nossa grandeza. A paciência terminou! É hora de cobrar por mudanças reais com TODOS UNIDOS!

📍 LOCAL: Rua Henrique Sheid, 356 – Rua que da em frente à entrada do setor norte

📅 DATA: Sábado agora (24/01) – Botafogo x Bangu

Saída de Savarino repercute entre torcedores

Além disso, o torcedor também busca explicações pelas recentes saídas de jogadores. O último a deixar o Botafogo, foi o venezuelano, Jefferson Savarino, que foi anunciado pelo Fluminense.

Por fim, é importante lembrar que nesta quinta-feira, 22, foi divulgado que os jogadores do Botafogo estão com um mês dos direito de imagem atrasados. O clube também completou três meses sem depositar o FGTS dos atletas.

Essa informação é importante,  porque o não depósito FGTS por três meses seguidos é o suficiente para que qualquer funcionário acione a justiça para conseguir a rescisão indireta.  Ou seja, é como se o funcionário desse justa causa no empregador.

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