Antes de mais nada, o Athletico estabeleceu um novo marco financeiro ao confirmar a contratação do atacante Edwuin Cetré. O colombiano chegou ao clube adquirido por € 5 milhões (R$ 31,1 milhões, na cotação atual), junto ao Estudiantes, da Argentina.
O valor faz do colombiano a compra mais cara da história do clube. Ele, aliás, superou o investimento realizado em Vitor Roque, contratado por € 4,7 milhões (R$ 29,2 milhões) antes de ser negociado com o futebol europeu.
A operação reforça, por exemplo, uma mudança gradual na política de mercado do clube paranaense, tradicionalmente reconhecido por investimentos controlados e, principalmente, pela valorização das categorias de base.
Nos últimos anos, porém, a diretoria rubro-negra passou a direcionar recursos mais elevados para jogadores estrangeiros, sobretudo sul-americanos, com experiência competitiva e potencial de retorno técnico imediato.
Edwuin Cetré, de 26 anos, chega ao futebol brasileiro após passagem pelo Estudiantes, da Argentina. Pelo clube de La Plata, atuou em 86 partidas, com 12 gols e 11 assistências, números que refletem regularidade mais do que protagonismo ofensivo.
Em 2025, por exemplo, participou de 42 jogos, marcou seis gols e deu cinco assistências, sendo utilizado em diferentes funções no setor de ataque. Internamente, o investimento vem sendo tratado como estratégico, com expectativa de retorno esportivo no curto prazo.
Ranking revela novo perfil de investimento do clube
Antes de tudo, o negócio com Edwuin Cetré altera o ranking histórico de contratações do Athletico Paranaense e evidencia uma presença crescente de atletas estrangeiros entre os maiores investimentos do clube.
Além do colombiano, apenas Vitor Roque aparece entre os primeiros colocados como brasileiro. Na sequência do ranking estão Kevin Viveros, contratado por € 4,2 milhões, Bruno Zapelli e Santiago García, ambos por € 4 milhões.
A lista do clube paranaense segue com Leonardo Godoy (€ 3,6 milhões), Agustín Canobbio (€ 3,3 milhões), Mateo Gamarra (€ 3,2 milhões), Romeo Benítez (€ 2,7 milhões) e Juan Camilo Portilla (€ 2,5 milhões).





