Antes de tudo, o Corinthians venceu o Flamengo por 2 a 0, no estádio Mané Garrincha, na tarde deste domingo (1º). A decisão da Supercopa Rei foi marcada por intensidade, lances revisados pelo VAR, mudança de cenário com expulsão e chances claras até o fim.
O jogo teve participação direta da arbitragem e pressão constante, especialmente no segundo tempo, quando o Flamengo atuou com um a menos e o Corinthians explorou os espaços para confirmar o título. Além disso, houve reclamação de problemas técnicos na sala do árbitro de vídeo. No final, prevaleceu o maior volume de jogo do Corinthians.
Como foi o primeiro tempo?
O primeiro tempo no Mané Garrincha começou em ritmo alto. Logo nos primeiros minutos, Yuri Alberto levou perigo em cruzamento para Memphis, que não alcançou por pouco. O jogo chegou a ter paradas para checagem do VAR em possível cartão vermelho para Alex Sandro, mas a arbitragem manteve a decisão e mandou seguir.
O Flamengo assumiu mais a posse de bola e buscou construir desde a defesa, explorando principalmente o lado esquerdo com Alex Sandro. A equipe criou boas chances em bolas paradas e jogadas aéreas. Pedro quase marcou de cabeça, com corte de Matheus Bidu em cima da linha, e depois parou em defesa segura de Hugo Souza.
O Corinthians apostou em transições rápidas e na força das jogadas pelo meio. Memphis e Breno Bidon foram acionados com frequência, criando dificuldades para a defesa rubro-negra. Aos 25 minutos, após escanteio curto, Gustavo Henrique desviou de cabeça e Gabriel Paulista finalizou de primeira para abrir o placar.
Depois do gol, o Flamengo tentou reagir, manteve a bola no campo ofensivo e buscou espaços com Arrascaeta e Plata. O Corinthians, porém, se fechou bem e ainda levou perigo em contra-ataque, com Memphis exigindo grande defesa de Rossi. O primeiro tempo terminou com reclamações e expectativa de checagem do VAR.
Como foi o segundo tempo?
O segundo tempo começou com impacto direto do VAR. Antes da bola rolar, Rafael Klein revisou o lance do fim da etapa inicial e expulsou Carrascal por agressão em Breno Bidon. Com um a menos, o Flamengo precisou se reorganizar, mas voltou tentando pressionar e quase empatou logo no início, em cabeçada de Pulgar no travessão após falta cobrada por Arrascaeta.
Mesmo em desvantagem numérica, o Flamengo manteve postura ofensiva. Plata seguiu como válvula de escape, e Lucas Paquetá entrou aos 12 minutos para dar mais criatividade. O Corinthians respondeu em velocidade e chegou a marcar com Memphis, mas o lance não valeu por impedimento de Yuri Alberto na origem. Rossi ainda apareceu bem quando exigido.
O jogo ficou mais aberto com as substituições dos dois lados. O Corinthians controlou melhor o ritmo, explorou os espaços e levou perigo constante nos contra-ataques. Yuri Alberto acertou a trave na reta final, enquanto o Flamengo, mesmo cansado, teve grande chance com Paquetá, que finalizou por cima dentro da pequena área.
Nos acréscimos, Yuri Alberto voltou a balançar as redes em contra-ataque, novamente em lance ajustado. Após revisão do VAR, o gol foi confirmado e decretou o título do Corinthians. A decisão terminou aos 54 minutos, com recorde de público no Mané Garrincha: 71.244 torcedores acompanharam a conquista.





