Vasco de Fernando Diniz tem apenas 27% de aproveitamento e vive sequência preocupante

Em 18 jogos, equipe soma mais derrotas do que vitórias e apresenta números defensivos alarmantes
Vasco de Fernando Diniz tem apenas 27% de aproveitamento e vive sequência preocupante
Foto: Matheus Lima/ Vasco

Antes de mais nada, o trabalho de Fernando Diniz no Vasco tem sido marcado por números preocupantes e desempenho aquém das expectativas. Considerando os últimos 18 jogos, entre as temporadas 2025 e 2026, o time soma apenas quatro vitórias, além de três empates e 11 derrotas.

Isso, aliás, resulta em um aproveitamento de 27%. No período, por exemplo, o Vasco marcou 17 gols e sofreu 28, evidenciando dificuldades tanto no setor ofensivo quanto, principalmente, na organização defensiva.

A média superior a um gol e meio sofrido por partida reforça a instabilidade de um time que ainda não conseguiu encontrar regularidade sob o comando do treinador. Fernando Diniz ainda não conseguiu transformar a ideia em resultados concretos.

Em diversos jogos, por exemplo, o Gigante da Colina apresentou volume ofensivo razoável. Além disso, o time mostrou fragilidade na transição defensiva e baixa eficiência na finalização das chances criadas. O desempenho recente pressiona o ambiente em São Januário.

A sequência de resultados negativos acendeu o alerta na diretoria e aumentou a cobrança da torcida vascaína. Internamente, a avaliação é de que o elenco ainda passa por um processo de reformulação com a chegada de reforços.

O alto comando vascaíno entende que a assimilação do estilo de Fernando Diniz exige tempo. No entanto, o curto prazo do calendário e a necessidade de resultados tornam o cenário cada vez mais delicado.

Resultados colocam trabalho sob escrutínio e aumentam pressão

Antes de tudo, a comparação com outros treinadores recentes do Vasco reforça o sinal de alerta. O aproveitamento atual de Fernando Diniz está entre os mais baixos registrados no clube nos últimos anos, ficando atrás inclusive de passagens curtas e instáveis de técnicos anteriores.

Além dos números frios, a percepção externa é de um time vulnerável emocionalmente, que sofre gols em momentos decisivos e encontra dificuldades para reagir após sair em desvantagem. A falta de solidez defensiva tem sido um dos pontos mais criticados, especialmente em partidas fora de casa.

Apesar do cenário adverso, a diretoria ainda demonstra cautela e evita decisões precipitadas. A manutenção de Fernando Diniz dependerá não apenas da evolução do jogo, mas, sobretudo, da capacidade de transformar discurso e ideia em resultados práticos dentro de campo.

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