Antes de mais nada, o Botafogo está em tratativas para acertar uma dívida em atraso com os empresários de Danilo. Contratado em 2025, ele se tornou m dos reforços mais expressivos da história recente do clube.
A Agência RTI Esporte apurou que o estafe do jogador pediu à Justiça a suspensão temporária do processo de cobrança. Enquanto isso, as partes buscam um denominador comum com um acordo extrajudicial.
A movimentação sinaliza a intenção de resolver a questão sem que o caso avance na esfera judicial. Isso porque poderia trazer maiores impactos financeiros e reputacionais ao Clube da Estrela Solitária no mercado da bola.
Dívida e origem do caso
A dívida em questão ficou ligada à transferência de Danilo, que teve sua contratação efetuada pelo Botafogo junto ao Nottingham Forest, da Inglaterra, em julho de 2025. A negociação movimentou 22 milhões de euros (R$ 142,7 milhões, à época).
O volante assinou com o Botafogo um contrato válido até julho de 2029, com vínculo de quatro anos no clube carioca. A pendência financeira em discussão agora envolve valores que seriam devidos pelos empresários do jogador.
Empresários pedem suspensão temporária da cobrança
Os representantes de Danilo, ainda segundo apurou a reportagem, solicitaram à Justiça a suspensão temporária do processo de cobrança, abrindo espaço para que Botafogo e estafe negociem diretamente um cronograma de pagamento ou composição de dívida.
A intenção é evitar uma execução judicial imediata, que poderia resultar em bloqueios de contas ou restrições operacionais para o clube, especialmente em um momento em que a direção busca reorganizar as finanças.
Botafogo tenta acordo amistoso
Internamente, a diretoria considera que um acordo amigável pode ser melhor alternativa. Um entendimento com os empresários pode evitar desgastes adicionais, liberar o clube de processos mais complexos e preservar relações para negociações futuras.
O impasse com os empresários de Danilo reflete desafios maiores no cenário econômico da SAF Botafogo, que vem ajustando sua estrutura para manter competitividade sem comprometer a saúde financeira.
Caso as partes não cheguem a um entendimento, o processo pode voltar a tramitar na Justiça com possíveis consequências para o clube. Por ora, a expectativa é de que as conversas evoluam para um desfecho que atenda a todos os lados.





