Antes de mais nada, o Vasco não tem planos de demitir Fernando Diniz neste momento. Internamente, a avaliação é de que os problemas recentes da equipe não estão relacionados ao modelo de jogo ou ao desempenho coletivo, mas sim à ineficiência técnica individual em momentos decisivos.
A Agência RTI Esporte apurou que Pedro Paulo de Oliveira, presidente do Vasco, entende que o trabalho precisa de continuidade, sobretudo diante das mudanças no elenco. A saída de Rayan para o Bournemouth, da Inglaterra, impactou o setor ofensivo.
Além disso, o treinador ainda busca ajustes com as chegadas de Marino Hinestroza e Cuiabano, que estão em processo de adaptação. Philippe Coutinho se tornou a baixa mais recente após rescindir contrato com o clube.
Debate interno e respaldo do elenco
Antes de tudo, a possibilidade de demissão chegou a ser debatida nos bastidores, especialmente após resultados negativos recentes. No entanto, o entendimento predominante foi de que a troca de comando neste momento poderia gerar mais instabilidade.
Outro fator considerado determinante foi o ambiente interno. Os jogadores seguem fechados com Fernando Diniz e demonstram apoio ao treinador no dia a dia, o que reforça a confiança da direção na continuidade do trabalho.
Tempo como aliado
O alto comando vascaíno acredita que a evolução depende também de tempo para assimilação do modelo e entrosamento dos reforços. A comissão técnica trabalha para melhorar a eficiência nas finalizações e reduzir erros individuais que têm custado pontos.
Apesar do respaldo atual, o cenário segue condicionado aos resultados e será avaliado jogo a jogo. O Vasco entende que precisa reagir na temporada para afastar a pressão externa e consolidar a confiança no projeto.
Por ora, Fernando Diniz permanece no cargo com respaldo interno e a missão de transformar desempenho em resultados concretos. Porém, uma eliminação precoce no Campeonato Carioca pode abreviar a segunda passagem do treinador por São Januário.





