Marketing de Influência no Esporte: Por que o “Micro” gera o Macro Resultado?

A comunicação precisa ser tratada com profissionalismo e foco no cliente
Marketing no Esporte
Foto: Divulgação

Por Bruno Almeida – CEO da Agência Ekin

No meu artigo anterior, exploramos como o Marketing Esportivo evoluiu para um Ecossistema Transmídia, onde a marca precisa estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Mas, uma vez que você está em todos os canais, qual é a voz que sua marca deve usar?

A resposta para 2026 é clara: a voz do micro-influenciador de nicho

A Quebra da “Cegueira Publicitária” no Estádio

O torcedor moderno desenvolveu um filtro natural para anúncios tradicionais. O banner estático ou o comercial de 30 segundos no intervalo já não têm o mesmo poder de conversão. O que o público busca agora é a humanização.

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Não basta mais a marca “aparecer”; ela precisa “pertencer” à conversa. É aqui que os criadores de conteúdo que vivem o dia a dia dos clubes entram como o diferencial estratégico.

Por que o microinfluenciador é o novo “Camisa 10”?

Diferente das grandes celebridades globais, o micro-influenciador (aquele com 10k a 100k seguidores) possui três ativos que o Google e o mercado publicitário amam:

  1. Autoridade de Comunidade: Quando o criador de um canal segmentado recomenda um produto, o peso é de uma indicação de amigo, não de um anúncio pago.
  2. Engajamento Real: A taxa de interação em comunidades de nicho chega a ser 60% superior à de grandes perfis genéricos.
  3.  Conversão de Performance: No ecossistema que propomos, o influenciador é o ponto final da jornada de compra. Ele é quem faz o torcedor clicar no link.

“O marketing esportivo de alta performance não foca apenas em quem tem mais seguidores, mas em quem tem mais atenção qualificada. Integramos esses criadores ao fluxo de notícias para que a marca não seja um ruído, mas parte do conteúdo.” — Bruno Almeida, CEO da Agência Ekin.

Do Conteúdo à Conversão: A Estratégia 360º

Se na nossa primeira coluna falamos sobre a importância da onipresença (estar no rádio, YouTube e redes sociais), nesta segunda etapa mostramos que a credibilidade é a moeda de troca.

O futuro do marketing no esporte é multitela, mas também é multivoz. Marcas que não entenderem que o influenciador local é o maior embaixador da sua mensagem ficarão presas ao modelo antigo de mídia, que “desliga” assim que o juiz apita o fim do jogo.

*Bruno Almeida, CEO da Agência Ekin é colunista semanal da Agência RTI Esporte

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