Antes de mais nada, o Botafogo intensificou o movimento no mercado e formalizou proposta pelo volante Vítor Carvalho, do Sporting Braga. A oferta alvinegra é por empréstimo, com opção de compra fixada em cerca de 1,7 milhão de euros (R$ 10,4 milhões, na cotação atual).
A Agência RTI Esporte apurou que as negociações estão em curso. Porém, a sinalização inicial do clube português não foi de entusiasmo. O Sporting Braga entende que o valor estipulado ficou abaixo do esperado.
Para negociar o jogador de 28 anos com o Botafogo, o clube português pede 2 milhões de euros (R$ 12,2 milhões) para avançar nas tratativas. Em janeiro, Vítor Carvalho entrou no radar do Grêmio. Porém, o Sporting Braga não demonstrou interesse em negociar o volante.
Perfil defensivo agrada
Antes de tudo, Vítor Carvalho atua como volante de contenção, com características mais marcadoras. Além da função original no meio-campo, também pode desempenhar papel como zagueiro, o que amplia as possibilidades táticas para a comissão técnica.
A versatilidade vem sendo vista como diferencial no planejamento da comissão técnica e, principalmente, de Martín Anselmi, que busca reforçar o setor defensivo com atletas capazes de cumprir mais de uma função dentro do sistema.
Negociação aberta
No caso de Vítor Carvalho, por exemplo, o Botafogo tenta reduzir a diferença financeira e manter o modelo de empréstimo com opção de compra. O Sporting Braga, por sua vez, prefere cifras próximas aos 2 milhões de euros para liberar o jogador.
As conversas seguem ativas. A diretoria alvinegra trabalha para fechar ao menos um reforço para o sistema defensivo nas próximas semanas, mantendo a estratégia de ajustes pontuais no elenco ao longo da temporada.
Sondagem por zagueiro ‘português’
Paralelamente à negociação por Vítor Carvalho, o clube carioca realizou sondagem por Bernardo Schappo, do Estrela Amadora, de Portugal. Ele atua pelo lado esquerdo da zaga, característica considerada estratégica para equilibrar a saída de bola e oferecer alternativa ao elenco.
A consulta ainda está em estágio preliminar, sem proposta formalizada até o momento. Internamente, o entendimento é de que o mercado da bola exige cautela, especialmente diante de valores praticados na Europa.





