Antes de tudo, o Lanús levou a Recopa Sul-Americana ao derrotar o Flamengo por 3 a 2, no Maracanã. O jogo de volta foi marcado pelo campo pesado por causa da forte chuva no Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (26).
O time argentino saiu na frente, mas o Flamengo virou com Arrascaeta e Jorginho em cobranças de pênaltis. Com o placar favorável de 2 a 1, o Rubro-Negro levou a decisão para a prorrogação. Apesar de buscar mais o gol, a equipe viu o time argentino fazer 3 a 2, para conquistar a taça pela primeira vez.
Primeiro tempo
A partida começou equilibrada, com o Lanús tentando atacar pelo lado direito e o Flamengo mantendo a posse de bola. Guidara criou a primeira chance para os argentinos, mas Salvio chutou por cima do gol. Pulgar abriu para Carrascal, mas o goleiro Losada fez grande defesa, mantendo o placar zerado nos minutos iniciais.
Com o passar do tempo, o Flamengo avançou suas linhas e pressionou o Lanús, criando boas chances com Arrascaeta, Carrascal e Plata, que obrigaram a defesa argentina a trabalhar. A partida teve muitas disputas físicas e faltas, sem que o time carioca conseguisse marcar.
Aos 28 minutos, Castillo abriu o placar para o Lanús após erro na saída do Flamengo. Rossi saiu para ajudar na transição e Ayrton Lucas recuou mal. Com isso, o atacante argentino finalizou para abrir o placar com o gol vazio. A torcida do Flamengo reagiu com vaias, aumentando a pressão sobre a equipe.
Pouco depois, o Flamengo teve a chance de empatar com pênalti. Varela lançou na área, Carrera desviou com o braço e o árbitro marcou a penalidade. De Arrascaeta foi para a cobrança, deixando tudo igual O time carioca manteve a pressão com Plata e Samuel Lino, mas a defesa do Lanús conseguiu afastar o perigo. O primeiro tempo terminou 1 a 1.
Segundo tempo
Os times voltam sem alteração do intervalo, com forte pressão do Flamengo. Contudo, o Lanús conseguiu se defender bem e cadenciar o jogo. A chuva deixou o gramado pesado, dificultando as jogadas rápidas e favorecendo a equipe argentina, que também apostou em retardar as cobranças para controlar o tempo de partida.
O Flamengo criou boas chances com Plata, Arrascaeta e Pedro, que entrou no lugar de Carrascal aos 12 minutos. O goleiro Losada seguiu se destacando com defesas importantes. Aos 34 minutos, o Rubro-Negro teve pênalti a seu favor: Arrascaeta foi derrubado na entrada da área e Jorginho converteu, empatando a disputa agregada e levando o jogo para a prorrogação.
Com o passar do tempo, o jogo ficou mais tenso, mas o Flamengo manteve a pressão, criando oportunidades com Bruno Henrique e Everton Cebolinha. Enquanto isso, o Lanús explorava contra-ataques. Pedro, mesmo livre, desperdiçou chance clara, e Losada continuou salvando sua equipe em outras chegadas perigosas.
Por fim, o cenário ficou aberto, com o Flamengo precisando de mais um gol para conquistar o título. Na catimba, o Lanús se manteve firme na defesa, A vitória do Flamengo por 2 a 1 deixou o placar agregado com o 2 a 2. Dessa forma, a decisão ficou para a prorrogação.
Tempo extra
A prorrogação começou com o Flamengo tentando manter a pressão e criar chances pela ponta direita, mas a equipe rubro-negra encontrou dificuldade para finalizar. Arrascaeta, Jorginho, Bruno Henrique e Cebolinha tiveram boas oportunidades, mas a defesa do Lanús e o goleiro Losada se mantiveram atentos. O primeiro tempo da prorrogação terminou sem alteração no placar.
No segundo tempo da prorrogação, o Flamengo continuou pressionando e tentando bolas aéreas, com Bruno Henrique e Cebolinha levando perigo, mas os zagueiros do Lanús, especialmente Izquierdoz, conseguiram afastar o perigo. O clima esquentou em campo, com disputas físicas e pequenas reclamações entre jogadores, mas sem impacto no andamento do jogo.
Aos 12 minutos, o Lanús marcou novamente. Canale subiu sozinho e cabeceou com precisão, colocando a equipe argentina à frente. Mais tarde, Walter Bou ampliou para 3 a 2, decretando o placar final da prorrogação e garantindo a vitória do Lanús sobre o Flamengo. A equipe rubro-negra não conseguiu reagir e viu o título escapar.





