Antes de tudo, o Fluminense resolveu a principal carência do elenco e garantiu a contratação do centroavante Rodrigo Castillo. O atacante chegou ao Rio de Janeiro durante a madrugada, passou pelos primeiros procedimentos médicos e está pronto para formalizar vínculo de cinco temporadas. A diretoria considerava a posição prioridade e concentrou esforços até concluir o acordo.
A operação custará 10 milhões de dólares ao clube carioca, valor que será quitado de forma parcelada até 2028 junto ao Lanús. As tratativas envolveram exigências firmes dos argentinos, mas o montante final permaneceu inalterado. O desfecho ocorreu depois de quase três semanas de conversas intensas entre as partes.
O ponto de virada aconteceu quando o Lanús utilizou as instalações do CT Carlos Castilho antes da disputa da Recopa Sul-Americana. A proximidade entre dirigentes facilitou reuniões presenciais e acelerou o entendimento. O que antes era apenas interesse evoluiu rapidamente para proposta formal e assinatura iminente.
Castillo já estava no radar do departamento de análise de desempenho e contava com o aval da comissão técnica de Luis Zubeldía. O clube avaliava diferentes perfis para a função, mas optou por um nome que alia mobilidade, presença de área e histórico recente de decisões.
Ao desembarcar, o atacante deixou clara a motivação. “Estou muito feliz por vir a este clube. É um grande passo na minha carreira e quero retribuir dentro de campo”, afirmou. A expectativa é que ele passe por período de adaptação física antes de ficar à disposição para estrear.
Por fim, formado no River Plate e consolidado no futebol argentino após passagem pelo Gimnasia, Castillo viveu seu melhor momento no Lanús, onde somou 14 gols e três assistências em 32 jogos. Agora, assume a responsabilidade de ser a referência ofensiva do Fluminense na sequência da temporada.





