Abel Ferreira valoriza vitória do Palmeiras diante do Novorizontino: “Final é para competir”

Técnico reconhece dificuldades após gol anulado e elogia organização do Novorizontino na ida da final
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Foto: Cesar Greco/ Palmeiras

Antes de tudo, o técnico Abel Ferreira valorizou a vitória do Palmeiras por 1 a 0 sobre o Novorizontino. O placar mínimo foi pelo jogo de ida da final do Campeonato Paulista 2026. O treinador ressaltou o mérito das duas equipes. “Foram as duas melhores equipes que chegaram à final”, afirmou.

O treinador destacou a organização do adversário e disse que o confronto ocorreu dentro do que já era esperado pela comissão técnica. Em relação à atuação, Abel apontou dois fatores que pesaram na etapa final.

“Estavam previstas duas dificuldades: a do nosso adversário, pela forma muito bem organizada que joga, e a segunda, um dia menos de recuperação. Queríamos sentir isso na segunda parte”, explicou. Para ele, o Novorizontino “saiu em transição quando tinha que sair” e exigiu atenção máxima nas bolas paradas.

O técnico admitiu que o time perdeu força ofensiva após o gol anulado de Gustavo Gómez. “Na primeira parte, entramos fortes, dinâmicos, fizemos o primeiro gol. Tivemos uma no poste e outra oportunidade muito boa. Depois, na segunda parte, tirando esse gol anulado de livre e uma jogada do Khellven, o nosso adversário conseguiu nos bloquear”, reconheceu.

Pensando na volta, Abel foi direto ao tratar da vantagem construída. “O nosso objetivo era ganhar uma vantagem aqui. Agora vamos à casa do nosso adversário. Este é um adversário que já mostrou que tem qualidade e que está por mérito na final. Uma final é sempre difícil e não é nada que nós já não estivéssemos à espera”, declarou.

Abel Ferreira também respondeu sobre a ausência de Vitor Roque e se Árias está pronto para ser titular

Em seguida, questionado sobre a escolha por Sosa, o treinador citou desgaste físico do titular. “Vocês viram o último jogo como eu. Com tão pouco tempo de recuperação, é sempre difícil. É diferente ter dois dias ou três. Se ele não jogou, é porque alguma coisa tinha para não jogar”, afirmou, ao comentar também a utilização de Vitor Roque.

Por fim, ao falar sobre a situação de Arias, Abel reforçou o peso do coletivo. “Não falta nada. A equipe está bem, com boas dinâmicas. Uma equipe não joga só com os 11 que entram. Aqui somos todos iguais. Pode entrar no banco ou de início quando o treinador quiser”, concluiu.

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