Antes de tudo, o São Paulo e o Fluminense alinharam os termos para o empréstimo do meio-campista Alisson. A negociação prevê a ida do jogador para o clube carioca na sequência da temporada, em busca de mais espaço no elenco.
Inicialmente, o acordo entre as diretorias é para o empréstimo do meia. No entanto, o contrato inclui mecanismos que podem transformar a operação em transferência definitiva ao final do período estipulado.
Nesse sentido, caso o meio-campista atinja o número de jogos estipulado, o Fluminense precisará desembolsar R$ 15,2 milhões. Este foi o último ajuste no acordo. Ou seja, a inserção da cláusula de obrigatoriedade de compra condicionada ao desempenho de Alisson.
O São Paulo enxuga a folha salarial, enquanto o Fluminense reforça seu meio de campo para a temporada
A movimentação faz parte de ajustes no elenco são-paulino, enquanto o Fluminense busca ampliar as opções no meio-campo para a sequência da temporada. O jogador não terá custo inicial para a diretoria carioca, que deverá arcar com 100% dos salários, que chega a R$ 500 mil.
Com a liberação, Alisson ganha a chance de jogar, uma vez que não está nos planos do técnico Hernán Crespo. O contrato do meia é válido até dezembro de 2027. Com seu empréstimo, a diretoria do São Paulo calcula que economizará cerca de R$ 7 milhões anuais.
Portanto, a expectativa é que os últimos detalhes burocráticos sejam concluídos nos próximos dias para que o atleta seja integrado ao elenco tricolor e fique à disposição da comissão técnica. Alisson já trabalhou com o técnico Luís Zubeldía no São Paulo. Com isso, já sabe como o argentino trabalha com a equipe.
Por fim, outro ponto importante é a multa para Alisson jogar contra o São Paulo. Caso seja de interesse da comissão técnica, o clube de Laranjeiras deverá pagar R$ 2 milhões. O valor ainda poderá ser reduzido. Atualmente, é o que deseja a diretoria do Tricolor do Morumbi.





