Antes de mais nada, Tomás Rincón, capitão da seleção da Venezuela e do Santos, se tornou peça fundamental fora das quatro linhas. O jogador de 37 anos vem sendo o elo que levou o presidente da Federação Venezuelana de Futebol (FVF), Jorge Giménez, a conversar com Tite.
A Agência RTI Esporte apurou que Tomás Rincón vinha tentando há semanas uma aproximação com o ex-técnico de Corinthians e Flamengo. Ele pedia ao assistente técnico Matheus Bachi, filho de Tite e com quem conviveu no Santos, que servisse como ponte para a conversa.
A persistência deu resultado e, finalmente, Tite aceitou o diálogo. O papel de Tomás Rincón vai além de uma simples mediação. Experiente, o camisa 8 conhece a cultura do futebol brasileiro e a realidade da seleção venezuelana, facilitando a comunicação entre as partes.
Ele ajudou a contextualizar pedidos, garantindo que não houvesse ruídos. Para a Venezuela, o encontro é histórico. Abre portas para troca de experiências, projetos de base e fortalecimento da seleção. Nunca a FVF conseguiu acesso direto a um técnico do nível de Tite.
Ainda segundo apurou a reportagem, Tomás Rincón, que manteve contato constante com Matheus Bachi, reforçou a importância de Tite para o projeto esportivo da Venezuela. O resultado foi uma relação mais sólida entre a entidade e o treinador.
A ação de Tomás Rincón deixou evidenciado a importância dele dentro e fora de campo para Seleção Venezuelana. Sua influência vem aproximando a entidade do experiente treinador. Mais do que capitão, ele se tornou estrategista e articulador nos bastidores do futebol.
Quanto Tite ganhava na seleção?
Antes de tudo, Adenor Leonardo Bachi, o Tite, comandou a Seleção Brasileira em duas edições de Copa do Mundo: 2018 e 2022. Além disso, conquistou a Copa América de 2019. De 2016 a 2022, o treinador tinha um salário anual de R$ 20 milhões por ano.





