Atlético-MG é intimado a pagar dívida por Deyverson e pode sofrer transfer ban; saiba detalhes

CNRD dá prazo até 27 de outubro para o Galo comprovar pagamento
Atlético-MG é intimado a pagar dívida por Deyverson e pode sofrer transfer ban
Foto: Pedro Souza/ Atlético-MG

Antes de mais nada, o Atlético-MG enfrenta uma nova dor de cabeça fora dos gramados. A Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) intimou o clube a apresentar o comprovante de pagamento referente à dívida com o Cuiabá pelo atacante Deyverson.

A Agência RTI Esporte apurou que o prazo final é 27 de outubro, e o valor cobrado é de R$ 4,75 milhões, além de R$ 228 mil em custas processuais. A Divisão de Regulação, responsável por aplicar sanções em casos de descumprimento, acolheu a denúncia.

Em outras palavras, o Galo precisa quitar a pendência para evitar problemas mais sérios. Se o pagamento não for feito dentro do prazo, o clube sofrerá uma advertência formal e receberá um novo período para regularizar a situação.

A diretoria acompanha o caso com preocupação. Caso o clube descumpra novamente o prazo, o cenário pode se agravar rapidamente. A CNRD encaminhará o caso para a aplicação de um transfer ban. Assim, o clube ficaria impedido de registrar novos jogadores até que a dívida fosse quitada.

Ainda segundo apurou a reportagem, Rubens Menin, Rafael Menin, Ricardo Guimarães e Renato Salvador, gestores da SAF Atlético, tentam negociar um acordo para evitar o bloqueio. Afinal, o clima é de urgência.

O Grupo 4R’s, sigla comum e conhecida por quem vive o dia a dia do clube, temem que uma nova punição complique os planos para a próxima temporada. Se não resolver a pendência, o Galo corre o risco de ver seu planejamento travado — literalmente.

Quanto o Atlético-MG pagou por Deyverson?

Antes de mais nada, Deyverson, hoje no Fortaleza, chegou no Atlético-MG em agosto de 2024. Na época. O jogador teve os direitos econômicos adquiridos por R$ 4,5 milhões junto ao Cuiabá. O Galo deu uma entrada de R$ 500 mil para ter a liberação do atleta. O restante do valor acabou sendo parcelado em quatro vezes de R$ 1 milhão.

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