Antes de mais nada, o Grupo City, maior conglomerado de clubes do mundo, prepara um projeto ambicioso: a construção de um novo e moderno centro de treinamento para o Bahia avaliado em R$ 300 milhões.
A Agência RTI Esporte apurou que a holding britânica ocupará uma área de 560 mil metros quadrados para montar a estrutura. Assim, o Bahia pode ter o mais moderno da América Latina e de nível mundial. O complexo contará com 12 campos de futebol.
Além disso, o local contará com miniestádio para mil pessoas, hotel para atletas, alojamento para as categorias de base e centro administrativo. O novo CT também será o segundo maior do Grupo City, atrás apenas do Manchester City, referência global em infraestrutura esportiva.
O espaço, além de modernizar a rotina dos jogadores, o servirá como vitrine para jovens talentos formados no clube. O projeto prevê um ambiente de alto rendimento, com tecnologia de ponta e gramados híbridos.
O Grupo City também planeja fazer grande investimento fora de campo na ciência do esporte e no monitoramento de jogadores. As áreas de análise de desempenho, departamentos médico e fisiológico também serão contemplados.
Ainda segundo apurou a reportagem, o Bahia, com o novo CT, deseja consolidar sua imagem dentro da rede do Grupo City como o polo mais estratégico fora da Europa. A ideia é oferecer aos atletas profissionais e das divisões de base o mesmo padrão encontrado em Manchester.
O investimento reforça a aposta do grupo no futebol brasileiro e a confiança no potencial de desenvolvimento do Bahia. Além de impulsionar o rendimento esportivo, o projeto deve gerar empregos durante a construção e movimentar a economia local.
Quantos por cento o City tem do Bahia?
Antes de tudo, o City Football Group adquiriu a SAF Bahia em maio de 2023. A holding britânica promete investimento total de R$ 1 bilhão ao longo de 15 anos no clube. Este investimento vem sendo dividido entre R$ 500 milhões para compra de jogadores.
Além disso, o Grupo City empenhou R$ 300 milhões para quitação de dívidas e R$ 200 milhões para infraestrutura e outras áreas. Vale lembrar que o CFG obteve 90% das ações do clube, expandindo, assim, ainda mais sua presença global no futebol.


