Antes de mais nada, Gustavo Feijó voltou a ganhar destaque no noticiário nacional. O ex-prefeito de Boca da Mata (AL) e ex-vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) assumiu um dos cargos mais importantes do futebol brasileiro: o de diretor de seleções.
A Agência RTI Esporte apurou que a função coloca Gustavo Feijó no comando direto de toda a estrutura da Seleção Brasileira principal e das categorias de base, com influência sobre logística, planejamento e acompanhamento técnico.
A nomeação ocorreu sob a gestão do novo presidente da CBF, Samir Xaud, mas ainda não foi comunicada oficialmente pela entidade. O dirigente, que também presidiu a Federação Alagoana de Futebol, minimizou a ausência de anúncio público.
“Não gosto de oba-oba. Não vejo necessidade de apresentação. Minha função não é aparecer e, sim, cumprir a função designada pelo presidente Samir Xaud”, afirmou Gustavo Feijó, em tom discreto, após o vazamento da notícia.
Ainda segundo apurou a reportagem, Gustavo Feijó será responsável por alinhar o trabalho das comissões técnicas e estabelecer diretrizes para o ciclo que culminará na Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá.
A chegada do dirigente ao cargo ocorre em um momento de reconstrução da estrutura administrativa da CBF conduzida pelo presidente Samir Xaud, que busca reorganizar funções e reforçar a integração entre as seleções.
Nomeação reforça peso político no novo comando da CBF
Antes de tudo, o retorno de Gustavo Dantas Feijó à cúpula do futebol nacional também reflete o equilíbrio político que o novo presidente, Samir Xaud, tenta promover na Confederação Brasileira de Futebol.
Ex-prefeito e figura influente no Nordeste, Gustavo Feijó mantém fortes vínculos regionais e institucionais, sendo considerado um nome com grande influência nos bastidores de federações e clubes.
Apesar do perfil discreto, Gustavo Feijó já ocupou papéis centrais na gestão da entidade em períodos anteriores. Sua trajetória inclui passagens pela vice-presidência e uma atuação ativa na organização das seleções de base.
Agora, com autonomia ampliada, ele terá o desafio de reaproximar a Seleção Brasileira da base federativa e de garantir transparência no novo ciclo. A nomeação, mesmo sem anúncio oficial, marca o retorno de um nome tradicional da política do futebol nacional ao centro das decisões da CBF.





