Antes de tudo, Mattheus Montenegro foi eleito pelos sócios como novo presidente do Fluminense, neste sábado (29). A saber, o pleito foi realizado na sede do clube, no bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro.
O novo gestor contou com o apoio do presidente do clube, Mário Bittencourt. Sendo assim, Mattheus Montenegro seguirá com o legado da atual administração.
“É a realização de um sonho. O cargo mais importante do planeta. Não esquecer de onde viemos e ter clareza onde queremos chegar. Esse é o objetivo”, iniciou Mattheus.
O presidente eleito destacou a humildade como um dos pilares de sua gestão. Conforme Montenegro, o trabalho contará com coragem e ousadia.
“Chegamos aqui com a serenidade de quem sabe de onde veio. E a coragem e ousadia de quem sabe onde quer chegar. Temos um objetivo claro. Nosso sócio gosta dos nossos projetos estruturantes para o clube”, explicou antes de complementar.
“Com Tudo que é relevante nós conseguimos fazer bem nesses anos e vamos continuar nos próximos três”, declarou.
Como foi a eleição no Fluminense?
Mattheus Montenegro e o seu vice-presidente, Ricardo Tenório, da chapa “Clube que Orgulha o Brasil”, obtiveram o total de 3.282 votos. Já o grupo de oposição, “O Fluminense tem Pressa”, de Ademar Arrais e Adyr Tourinho, contabilizou 1.295 votos.
A eleição ainda contou com 30 votos em branco e 30 nulos. Em resumo, ao todo 4,619 tricolores participaram do pleito que definiu o futuro do gigante das Laranjeiras.
Vale destacar que a oposição sofreu com o impacto da morte de Celso Barros, que era pré-candidato no pleito. Para agravar a situação, os opositores também não conquistaram vagas no Conselho Deliberativo.
“Temos que fazer agora um Fluminense forte e unido. Não sou presidente só de quem votou em mim. Agora estamos todos unidos, temos a Copa do Brasil, vamos voltar para a Libertadores para tentar ganhar no ano que vem”, explicou Mattheus.
Por fim, o pleito que elegeu o novo presidente do Fluminense quebrou o recorde de eleitores. Ao todo foram 4.619 votos, contra 4.219 registrados na vitória de Pedro Abad, em 2016.




