Contra o Colo-Colo, Fluminense poderá ter Ganso e Cano de volta

Antes de mais nada, o Fluminense segue se preparando para o jogo diante do Colo-Colo, na próxima terça-feira, 9, às 21h, no Estádio do Maracanã. O jogo é válido pela segunda rodada da fase do Grupo 1 da Copa Libertadores da América.

A Agência RTI Esporte apurou que o time comandado pelo técnico Fernando Diniz poderá ter a volta de dois importantes jogadores contra o time chileno, que ser recuperam de lesão. Um deles está inativo há quase um mês e pode, enfim, retornar ao time titular.

O atacante Germán Cano, que se lesionou pela segunda vez desde que chegou no Brasil, não joga desde o 9 de março. Na ocasião, o Fluminense perdeu por 2 a 0 para o Flamengo na semifinal do Campeonato Carioca. O artilheiro autou os 90 minutos.

Nesse intervalo antes do jogo contra o Alianza Lima pela Copa Libertadores da América, o argentino acusou dores na parte posterior da coxa direita. Diante disso, o camisa 14 ficou de fora do confronto contra a equipe peruana no Estádio Alejandro Villanueva.

Já o meia Paulo Henrique Ganso se recupera de um problema na panturrilha direita. Ele também reúne condições de jogar, assim o camisa 10 deve herdar a vaga de Renato Augusto, que se machucou contra o Alianza Lima, no meio-campo tricolor.

Por outro lado, ao atacante Keno tem chances remotas de atuar. Com lesão muscular, o jogador deverá ser substituído por Marquinhos que foi o herói tricolor no empate por 1 a 1 com o Alianza Lima, em Lima. David Terans corre por fora.

Quais são os próximos jogos do Fluminense na Libertadores?

Uma vitória contra o Colo-Colo no Maracanã dará moral ao Fluminense para a sequência da Copa Libertadores da América. Após o confronto em casa, o Tricolor das Laranjeiras terá duas partidas seguidas fora do Brasil. O primeiro adversário será o Cerro Porteño, em 25 de abril, na La Nueva Olla, em Assunção, no Paraguai. Posteriormente, o pega o Colo-Colo, em 9 de maio, no Monumental, em Santiago, no Chile.

Fernando Diniz reconhece desempenho fraco do Fluminense: “Difícil achar espaços para chutar”

A atuação do Fluminense contra o Alianza Lima, nesta quarta-feira, não foi das melhores. Pelo menos é o que afirmou o técnico Fernando Diniz. Após o empate por 1 a 1 com a equipe peruana pela Copa Libertadores da América, o comandante reconheceu que seu time teve dificuldades para superar o adversário.

“Os times quando jogam com linha baixa, é difícil você fazer finalização. Mas quando a linha está muito baixa, é difícil você achar espaços para chutar. Mas uma das possibilidades para fazer o gol quase sempre vai ser o chute de fora da área, que mesmo se não for gol pode gerar escanteio”, disse o treinador.

Na etapa inicial, o desempenho do time tricolor foi desanimador, com uma série de erros individuais, resultando em uma falta de finalizações diretas ao gol adversário. Foi somente na fase final que surgiram as oportunidades de finalização na meta defendida por Ángelo Campos.

Esse cenário se traduz em mais de 225 minutos sem que o Tricolor tenha conseguido realizar um único chute na direção do gol adversário, considerando os dois jogos da semifinal do Carioca e os 45 minutos frente ao Alianza Lima.

“É meio relativo. E os dois times quando precisavam marcar, marcavam em bloco baixo. Mas esse time marcou muito bem hoje. Mas eu concordo quando tivermos a oportunidade, precisamos chutar. Não necessariamente a bola vai entrar. Mas pode desviar e entrar, ou gerar escanteio”, finalizou. 

Qual o próximo jogo do Fluminense na Libertadores? 

Na terça-feira, dia 9, às 21h, o Fluminense retorna à disputa da Copa Libertadores da América, enfrentando o Colo-Colo, do Chile, no Estádio do Maracanã. O técnico Fernando Diniz está otimista com o retorno de Paulo Henrique Ganso, Keno e Germán Cano para o confronto.

Já na quarta-feira, o Alianza Lima viajará ao Paraguai para encarar o Cerro Porteño no Estádio General Pablo Rojas, em Assunção. Na partida de estreia, a equipe, que conta com os brasileiros Jean, Eduardo Brock e Edu, sofreu uma derrota por 1 a 0 para o Colo-Colo, em Santiago, no Chile.

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