A segunda-feira (6) foi de pressão na Cidade do Galo. Após a derrota por 3 a 0 para o Fluminense, no Maracanã, os donos do Atlético-MG, acompanhados de dirigentes da SAF e da associação, estiveram no centro de treinamento para reuniões de cobrança com a comissão técnica de Jorge Sampaoli e com os principais líderes do elenco.
Segundo o clube, os encontros tiveram tom de cobrança, mas também de incentivo para buscar reação na temporada. A primeira conversa foi com a comissão técnica, seguida de reunião com jogadores considerados referências no grupo, como Everson, Lyanco, Scarpa, Guilherme Arana e Hulk.
No sábado, logo após o revés para o Fluminense, o diretor de futebol Paulo Bracks já havia subido o tom nas entrevistas, cobrando resposta imediata. O Galo soma 29 pontos no Campeonato Brasileiro, apenas quatro acima da zona de rebaixamento. Nesta quarta-feira, o time tem confronto atrasado contra o Sport, na Arena MRV, considerado fundamental para se afastar da parte de baixo da tabela.
A presença de nomes importantes da gestão reforçou o peso do momento. Estiveram no CT Rubens Menin (sócio majoritário), Renato Salvador (sócio da SAF), Sérgio Coelho (presidente da associação), Bruno Muzzi (CEO), Pedro Tavares (diretor de competições), além de Bracks e Victor Bagy, CSO e diretor de futebol, respectivamente.
Pressão no Galo?
Apesar da pressão, a diretoria manifestou confiança na recuperação do grupo e espera reação imediata já nos próximos compromissos. A torcida também aumenta o tom de cobrança, exigindo respostas rápidas para que o time não se complique ainda mais na reta final do Brasileirão.
O duelo contra o Sport, além de ser um jogo atrasado, é visto internamente como chave para definir o rumo da equipe no Brasileirão. Uma vitória pode aliviar a pressão e dar fôlego à comissão técnica, mas novo tropeço tende a intensificar a crise, aumentar as críticas da torcida e até colocar em xeque a permanência de Jorge Sampaoli no comando.


