Atlético-MG x Palmeiras: “Quando não se pode ganhar, não se perde”, avalia Abel Ferreira após empate

Palmeiras sai na frente, sofre a virada, busca o empate com gol de Vitor Roque, e Abel valoriza atuação, mas cobra correção de erros defensivos.
“Hoje estamos mais próximos da equipe do futuro”, diz Abel após vitória do Palmeiras no clássico
Foto: Fabio Menotti/Palmeiras/by Canon

Antes de tudo, Palmeiras e Atlético-MG empataram por 2 a 2 na estreia do Campeonato Brasileiro. O Verdão abriu o placar, sofreu a virada ainda no primeiro tempo, mas buscou a igualdade na etapa final com gol de Vitor Roque, garantindo o primeiro ponto na competição nacional.

Após a partida, Abel Ferreira iniciou a análise valorizando o desempenho ofensivo da equipe. “Na minha opinião, nós fomos mais perigosos”, afirmou o treinador, que também fez questão de reconhecer o adversário. “A verdade é que o nosso adversário também tem mérito, é uma equipa muito bem organizada, com ótimos jogadores.”

Apesar disso, Abel destacou que os gols sofridos passaram por falhas palmeirenses. “Acabou por ser extremamente feliz na forma como fez os gols, ou se quiseres, erros não forçados da nossa parte”, disse. O técnico ressaltou que situações evitáveis acabaram pesando no resultado.

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Segundo ele, o Palmeiras teve chances claras antes de sofrer a virada. “Antes de sofrermos o gol do nosso adversário, tivemos duas oportunidades claras”, explicou. Abel destacou positivamente a capacidade de levar a bola ao último terço e criar situações de decisão, algo que considera fundamental em jogos equilibrados.

Abel Ferreira gostou da atuação do Palmeiras diante do Atlético-MG?

O treinador também comparou o volume ofensivo das equipes. “Mesmo assim, nós criamos mais expectativas de gol do que o nosso adversário”, afirmou, ressaltando que, em partidas desse nível, a eficácia costuma definir o placar final.

Por fim, Abel resumiu o sentimento após o empate na estreia. “Quando não se pode ganhar, não se perde”, declarou. O português ainda reforçou que os erros precisam ser corrigidos. “São erros não forçados, que temos que trabalhar em cima deles”, concluiu, projetando evolução ao longo da competição.

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