Antes de tudo, Atlético-MG e Tombense ficaram no empate sem gols em um jogo de domínio alvinegro, neste domingo, 18, pelo Campeonato Mineiro. Atuando em casa, o Galo controlou as ações desde o início, criou as principais chances e pressionou durante toda a partida, mas esbarrou na falta de pontaria e na boa atuação defensiva do adversário.
Como foi o primeiro tempo?
O Atlético tomou a iniciativa desde o apito inicial e empurrou o Tombense para o próprio campo. Com Dudu, Bernard e Scarpa muito participativos pelos lados, o Galo rodou a bola, pressionou alto e criou as melhores ações ofensivas. Logo no início, Hulk quase abriu o placar em uma bicicleta após blitz dentro da área, mas a finalização foi para fora.
Apesar do volume ofensivo, o Atlético esbarrou na falta de precisão. Igor Gomes e Maycon desperdiçaram boas oportunidades, enquanto Hulk apareceu como referência, mas sem conseguir concluir com perigo real. O Tombense, mais retraído, tentou explorar bolas paradas e chegadas pontuais, levando perigo em chute de Júlio César e, principalmente, na finalização de Rafinha, que acertou a trave aos 36 minutos.
Nos minutos finais, o panorama se manteve. O Atlético seguiu pressionando, empilhando escanteios e cruzamentos, com cabeceio de Ruan passando muito perto do gol. Ainda assim, a defesa do Tombense resistiu, contou com boa atuação do goleiro Matheus e levou o empate sem gols para o intervalo, apesar da superioridade clara do time alvinegro.
Como foi o segundo tempo?
O segundo tempo manteve o mesmo roteiro do jogo, com amplo domínio do Atlético desde os primeiros minutos. Logo no início, Bernard perdeu grande chance cara a cara com o goleiro, e pouco depois Dudu acertou o travessão após jogada construída em cobrança de escanteio. O Galo seguiu rondando a área adversária, com Hulk, Bernard e Dudu aparecendo com frequência, mas voltou a pecar na conclusão das jogadas.
O Tombense tentou equilibrar com substituições e algumas escapadas pontuais, exigindo atenção de Everson em chute de Luiz Felipe, porém passou a maior parte do tempo recuado. O Atlético empilhou escanteios, cruzamentos e finalizações de média distância. Hulk parou em boa defesa de Matheus, enquanto Lodi e Bernard também levaram perigo, diante de uma defesa visitante sobrecarregada.
Nos minutos finais, a pressão aumentou ainda mais. O Atlético manteve o time no campo de ataque, criou chances em bolas aéreas e quase marcou em lances confusos dentro da área, inclusive com desvios perigosos da defesa do Tombense. Apesar do volume ofensivo, o gol não saiu, e a partida, que foi até os 54 na etapa final, terminou sem alteração no placar. Frustrada, a torcida vaiou o time.





