Antes de mais nada, o Besiktas, da Turquia, manifestou interesse em contratar o volante Matheus Martinelli, do Fluminense. O clube estuda enviar uma proposta oficial até o dia 6 de fevereiro, prazo final da janela de transferências no país europeu.
A Agência RTI Esporte apurou que o Fluminense não trabalha com a possibilidade de negociar seu camisa 8 no momento. Isso porque o considera peça fundamental na equipe de Luis Zubeldía — e só liberaria o jogador em caso de oferta considerada “irrecusável”.
Internamente, Mattheus Montenegro, presidente do Fluminense, considera que a saída do volante comprometeria a estabilidade do elenco, especialmente porque a janela europeia está prestes a fechar e o clube dificilmente encontraria uma peça de reposição à altura.
Desse modo, a permanência de Matheus Martinelli, apesar do interesse do Besiktas, vem sendo visto como prioritária para manter a solidez do meio‑campo e evitar contratempos em um setor já carente de reposições à altura.
Além disso, Luís Zubeldía entende que o mercado da bola não oferece substitutos imediatos capazes de replicar o desempenho e a regularidade de Matheus Martinelli, sobretudo com o calendário já em andamento.
Por isso, a tendência é de que qualquer proposta recebida seja analisada com cautela e apenas considerada diante de cifras fora do comum. Matheus Martinelli possui vínculo com o Fluminense válido até 31 de dezembro de 2027.
Ainda segundo apurou a reportagem, a multa rescisória estipulada no contrato de Matheus Martinelli é de 40 milhões de euros (R$ 249,2 milhões, na cotação atual). Isso torna uma eventual investida mais difícil para o Besiktas.
O Fluminense, aliás, não descarta uma eventual negociação na próxima janela de transferências. No entanto, até fevereiro, o cenário provável é a manutenção do jogador em Laranjeiras, a menos que alguma proposta surpreendentemente alta chegue à mesa.
Peça chave no projeto esportivo do Fluminense
Desde sua ascensão ao time principal, Matheus Martinelli se firmou como titular indiscutível no Fluminense. Sua capacidade de marcar, organizar jogadas e liderança em campo o tornaram uma referência no setor de meio‑campo.
A diretoria entende que mantê‑lo no elenco ajuda a sustentar o desempenho do clube em competições como o Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Copa Libertadores da América, além de reforçar a identidade do time em meio a outras saídas e chegadas.





