Bom começo de temporada faz Lucas Paquetá ganhar espaço na Seleção Brasileira

Jogador do West Ham mostra que está na briga por vaga no grupo da Seleção Brasileira
Bom começo de temporada faz Lucas Paquetá ganhar espaço na Seleção Brasileira
Foto: Rafael Ribeiro/ CBF

Antes de tudo, Lucas Paquetá está com tudo após ter voltado aos gramados. Após ser absolvido no caso de apostas que o afastou dos gramados e gerou dúvidas sobre seu futuro, o meia brasileiro respondeu dentro de campo.

Pelo West Ham United e pela Seleção Brasileira, já são quatro gols nos últimos quatro jogos oficiais, com números que confirmam sua influência crescente. Na vitória do Brasil por 3 a 0 diante do Chile, válida pelas Eliminatórias, Lucas Paquetá voltou a ser decisivo mesmo tendo começado como reserva.

Mostrou faro de gol, ajudou na construção ofensiva e participou ativamente da pressão alta que caracteriza o time de Carlo Ancelotti. Não à toa, soma 10 finalizações recentes — seis delas no alvo —, além de duas grandes chances criadas.

O dinamismo se reflete também na dedicação sem bola: foram nove desarmes e 23 duelos ganhos, números que reforçam seu comprometimento. Assim, com 83% de acerto nos passes, a cria do Flamengo se consolidou como elo entre meio-campo e ataque.

Outro dado que chama atenção é a eficiência: ele precisa, em média, de apenas 72 minutos para balançar as redes. Essa estatística mostra não só a boa fase, mas também a capacidade de decidir partidas em diferentes contextos.

Carlo Ancelotti sabe da qualidade de Lucas e confia no jogador

Ainda mais, no West Ham, o desempenho de Lucas Paquetá também impressiona. A confiança do treinador Carlo Ancelotti já é uma realidade, e a tendência é que o camisa 11 se torne peça essencial na preparação para a Copa do Mundo de 2026.

Afinal, poucos meio-campistas oferecem tanto equilíbrio entre criação, chegada à área e intensidade defensiva. Depois das turbulências fora de campo, Lucas Paquetá dá sinais claros de maturidade e consolidação.

Por fim, se a cria do Flamengo mantiver esse ritmo, dificilmente perderá espaço na Seleção Brasileira e deve chegar ao Mundial como peça importante de uma Amarelinha que busca do tão ambicionado hexacampeonato.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

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