Antes de mais nada, a Chapecoense abriu conversas para contratar Yannick Bolasie. A diretoria do trabalha nos bastidores do mercado da bola para contratá-lo sem que ultrapasse o teto salarial do clube catarinense.
A Agência RTI Esporte apurou que o atacante autorizou seu estafe a dialogar com o Verdão do Oeste Catarinense, movimento que sinaliza disposição real para avançar, sobretudo pela decisão do jogador de seguir vivendo no Brasil.
Recentemente, o jogador recusou propostas do Atlético Nacional, da Colômbia, do Colo-Colo, do Chile, e do San Lorenzo, da Argentina. Assim, a discussão contratual avançou de forma relativamente rápida.
Há um acordo verbal para um vínculo até dezembro de 2026, com previsão de renovação automática por mais um ano caso a Chapecoense. Para que o termo aditivo seja acionado, o clube precisa permanecer na Série A do Campeonato Brasileiro.
Ainda segundo apurou a reportagem, o avanço, encontra um obstáculo financeiro. No Cruzeiro, Yannick Bolasie recebia cerca de R$ 300 mil mensais, valor considerado fora da realidade financeira do clube catarinense.
Por outro lado, a Chapecoense trabalha com um teto próximo de R$ 200 mil, cifra que já engloba salário, luvas, bônus e direitos de imagem. A distância entre os números transformou a negociação em um exercício de ajuste fino, no qual cada cláusula passa a ter peso decisivo.
A aposta em Yannick Bolasie vai além da análise estritamente técnica. Internamente, a avaliação é de que o atacante pode entregar impacto imediato, especialmente em um grupo que ainda busca referências consolidadas no setor ofensivo.
Como foi a passagem de Yannick Bolasie pelo Cruzeiro?
Antes de tudo, Yannick Bolasie teve passagem discreta pelo Cruzeiro. Contratado em 2025, o congolês somou 33 partidas oficiais com a camisa celeste, acumulando quatro gols e três assistências ao longo do ano.
Ele acumulou esses números disputando o Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil, a Série A do Campeonato Brasileiro e a Copa Sul-Americana. Porém, nunca conseguiu se firmar como titular absoluto sob comando do técnico Leonardo Jardim.
Diferente de sua temporada anterior no Criciúma, com oito gols e quatro assistências em 36 jogos, pelo clube mineiro o atacante foi mais complemento de elenco do que protagonista, e acabou deixando o clube ao término do vínculo em dezembro de 2025 sem renovação.


