Antes de mais nada, o Clube do Remo voltou a cobrar o Atlético-MG por uma dívida considerada vencida e, ao mesmo tempo, acompanha com atenção a possível venda do atacante Rony, de 30 anos, ao Santos.
A Agência RTI Esporte apurou que o clube paraense tem direito a um percentual do jogador e entende que pode ser beneficiado caso a negociação avance no mercado da bola. A pendência financeira gira em torno de R$ 577.671,59.
O Remo afirma ainda não ter recebido o repasse do Atlético-MG. A cobrança está relacionada a acordos anteriores envolvendo direitos econômicos e mecanismos de solidariedade, prática comum em transferências no futebol brasileiro.
Internamente, a diretoria trata o tema como prioridade, sobretudo diante do impacto que esse montante pode gerar em seu planejamento financeiro. Além da dívida em aberto, o Remo monitora de perto a situação de Rony, que voltou a ter o nome ligado a uma possível saída.
O atacante entrou no radar do Santos. Assim, uma eventual venda acionaria automaticamente o percentual que pertence ao Remo. O dinheiro pode representar um reforço significativo para os cofres do Leão.
Ainda segundo apurou a reportagem, o Remo entende que os dois temas estão conectados. A leitura é de que, com o jogador novamente valorizado no mercado da bola, o Atlético-MG teria condições de regularizar pendências financeiras antigas.
Por isso, o Remo pressiona por uma solução rápida, evitando que a situação se prolongue ou dependa de medidas na esfera jurídica. Do lado do Atlético-MG, ainda não houve manifestação sobre o pagamento da dívida nem sobre a obrigação de repasse em uma possível venda futura.
Venda de Rony pode destravar impasse financeiro
Antes de tudo, Remo, caso Rony seja negociado com o Santos, espera que o repasse do percentual aconteça de forma imediata, conforme previsto em contrato, sem necessidade de novas cobranças formais.
Enquanto isso, a diretoria azulina segue aguardando uma posição oficial do Atlético-MG sobre a dívida já existente. O clube não descarta recorrer a instâncias superiores caso o pagamento continue sendo postergado, mas ainda aposta em uma solução administrativa.


