Corinthians x Palmeiras: saiba como foi o clássico pelo Paulistão 2026

Flaco López marcou no segundo tempo, Abel Ferreira foi expulso e clássico teve reclamações de arbitragem e confusão após o gol
Flaco López do Palmeiras na lista da Argentina
Foto: César Greco/ Palmeiras

O Palmeiras venceu o Corinthians por 1 a 0, neste domingo, em clássico marcado por intensidade, polêmicas e confusão, e levou a melhor no clássico após um segundo tempo tenso. O gol de Flaco López garantiu o triunfo alviverde, em uma partida equilibrada, decidida nos detalhes e com a arbitragem novamente no centro das atenções.

Como foi o primeiro tempo?

O clássico começou elétrico, com o Corinthians mais agressivo desde os primeiros minutos. Explorando erros do Palmeiras na saída, o time criou boas chances com Memphis e Yuri Alberto, que apareceu bem entre os zagueiros, mas parou na marcação ou finalizou para fora. O Palmeiras respondeu em bolas paradas e chutes de média distância, sem grande perigo.

Com mais posse, o Corinthians manteve o jogo no campo ofensivo e voltou a assustar em jogadas pelos lados. Memphis serviu Breno Bidon e Yuri Alberto em lances claros, mas faltou precisão na conclusão. Do outro lado, Vitor Roque e Flaco López tentaram acelerar quando tiveram espaço, exigindo atenção da defesa corintiana.

O lance mais decisivo veio aos 33 minutos. Após cobrança de escanteio, Raphael Claus marcou pênalti para o Corinthians em choque entre Carlos Miguel e Gustavo Henrique, gerando muita reclamação palmeirense. Na cobrança, porém, Memphis escorregou e isolou, desperdiçando a melhor chance do clássico até ali.

Depois do pênalti perdido, o jogo ficou mais truncado e nervoso, com faltas duras e discussões em campo. O Palmeiras tentou pressionar no fim, mas sem efetividade. O primeiro tempo terminou em 0 a 0, com intensidade alta, chances para os dois lados e a arbitragem no centro das atenções.

Como foi o segundo tempo?

O Corinthians voltou mais presente no campo ofensivo e manteve o controle da posse, rondando a área do Palmeiras com cruzamentos e finalizações de média distância. Memphis, Bidu e Gabriel Paulista obrigaram Carlos Miguel a trabalhar, enquanto o time alvinegro empilhou escanteios e tentou acelerar o jogo pelos lados.

O Palmeiras apostou em transições rápidas e quase abriu o placar em lance inacreditável de Luighi, que saiu cara a cara, mas permitiu a recuperação de Matheuzinho. A partida ficou mais aberta, com chances dos dois lados, intensidade alta e erros técnicos provocados pelo ritmo forte do clássico.

A arbitragem voltou ao centro das atenções aos 35 minutos, quando Abel Ferreira recebeu cartão vermelho após reclamações. Pouco depois, o Palmeiras aproveitou o momento: Mauricio finalizou, a bola desviou, Hugo Souza rebateu e Flaco López marcou no rebote, abrindo o placar no Dérbi.

Por fim, após o gol, o clima esquentou com confusão na comemoração, paralisação para análise do VAR e muitos minutos de acréscimo. O Corinthians foi para o tudo ou nada, pressionou até o fim, mas parou na defesa palmeirense. O segundo tempo terminou com nervos à flor da pele e vitória do Palmeiras.

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