Davide Ancelotti, ex-Botafogo, na Fiorentina? Veja o que sabemos sobre o interesse do clube no treinador

Treinador italiano ficou apenas cinco meses no comando da equipe alvinegra
Davide Ancelotti, ex-Botafogo, na Fiorentina? Veja o que sabemos sobre o interesse do clube no treinador
Foto: Vitor Silva/ Botafogo

Vivendo o pior momento no Campeonato Italiano, a Fiorentina pode trocar de técnico pela terceira vez na temporada. Com apenas seis pontos conquistados, o time encontra-se na 20ª colocação e vê o Parma, primeiro time fora da zona de rebaixamento, se distanciar das últimas posições.

A situação causa instabilidade interna e a pressão sobre o técnico Paolo Vanoli aumentou com mais uma derrota. O revés diante do Laussane-Sport, da Suíça, pela UEFA Conference League aumentou a temperatura nos bastidores da Fiorentina.

Desse modo, os dirigentes discutem opções de contratação de um novo treinador para a sequência da temporada e, por enquanto, o técnico segue no comando da equipe. A pressão por mudanças neste momento vem de pessoas ligadas ao presidente Rocco Commisso.

O discurso é de que neste momento a Fiorentina precisa de um “fato novo”, capaz de blindar o grupo e recuperar a confiança com foco na permanência do clube na Série A do Campeonato Italiano. Quem defende a chegada de um novo treinador sugeriu o nome Davide Ancelotti.

Um integrante do estafe de Davide Ancelotti confirmou à Agência RTI Esporte que foi procurado pela Fiorentina na madrugada deste sábado, 20, mas afirmou que não deve assumir a posição de treinador do clube italiano.

Isso porque o filho de Carlo Ancelotti está de volta à comissão técnica da Seleção Brasileira como auxiliar para a Copa do Mundo de 2026. Além disso, ele entende que o grupo não teria tempo para absorver um novo trabalho. Porém, não descarta conversar com a Fiorentina em junho de 2026.

Por que Davide Ancelotti deixou o Botafogo?

Antes de tudo, Davide Ancelotti encerrou sua primeira experiência como treinador principal ao deixar o comando do Botafogo após apenas cinco meses no cargo. A razão para a decisão foi uma discordância com a diretoria sobre a permanência do preparador físico Luca Guerra.

A diretoria defendia a demissão do profissional devido ao alto número de lesões musculares no elenco ao longo da temporada, e Davide Ancelotti condicionou sua continuidade à manutenção de toda sua equipe.

Diante da postura do treinador, que não abriu mão de seu braço direito, o clube e ele optaram pela rescisão consensual do contrato. Em sua primeira passagem como treinador principal, ele comandou a equipe em 33 partidas, 15 vitórias, 11 empates, 7 derrotas e aproveitamento de 45,45%.

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