Antes de mais nada, o Atlético-MG já entrou em campo 13 vezes na temporada 2026. No entanto, a contratação mais cara de sua história ainda não atuou no ano. Júnior Santos, dono do segundo maior salário do elenco, permanece fora dos planos do Galo.
A Agência RTI Esporte apurou que o ex-jogador do Botafogo recebe aproximadamente R$ 1,2 milhão por mês. O valor o coloca entre os mais bem pagos do elenco alvinegro. Acima dele, por exemplo, apenas o atacante Hulk.
A ausência chama atenção não apenas pelo investimento envolvido, mas também pelo contexto competitivo do calendário. O início de temporada impõe sequência pesada de jogos e exige elenco amplo, alternativas táticas e respostas rápidas da comissão técnica.
Investimento elevado, retorno adiado
Júnior Santos chegou cercado de expectativa. Em janeiro de 2025, o Atlético-MG investiu 8 milhões de euros (R$ 48 milhões, à época) para adquirir 100% dos direitos econômicos do jogador junto ao Botafogo.
Além da taxa de transferência, o contrato robusto consolidou o atacante como um dos líderes salariais do elenco. Ainda assim, por questões físicas e de planejamento, o jogador não participou de nenhuma das 13 partidas disputadas até o momento em 2026.
Internamente, o departamento médico e a preparação física adotam postura conservadora. A prioridade é garantir que o atleta esteja plenamente recuperado e em condição ideal de rendimento antes da estreia oficial.
Impacto esportivo e expectativa
A falta de minutagem de Júnior Santos gera questionamentos naturais nos bastidores do Atlético-MG. Em um início de temporada marcado por ajustes táticos e busca por regularidade, a ausência de uma peça projetada como protagonista altera o desenho ofensivo da equipe.
Sem Júnior Santos, a antiga comissão técnica apostou em outros nomes para o ataque e acelerar a adaptação de outras opções. O cenário amplia a pressão por resultados imediatos e aumenta a expectativa em torno do primeiro jogo do atacante em 2026.
Com calendário intenso pela frente, o Atlético-MG vê na possível utilização do atacante um reforço interno de peso. Após 13 jogos sem sua principal contratação em campo, o desafio agora é transformar o investimento milionário em desempenho efetivo nas quatro linhas.





