E o Pepê? Veja o desempenho do ex-atacante do Grêmio, até agora, no Porto

Pepê é peça-chave de Francesco Farioli no Porto e já acumula nove participações em gols em quatro competições
Foto: Reprodução/FC Porto

Antes de tudo, Pepê é peça-chave nas escolhas de Francesco Farioli no Porto. O atacante já atuou em 33 partidas, somando 2393 minutos em quatro competições. Nessas partidas, por exemplo, ele acumulou nove participações em gols.

Cria do Athletico-PR, o atacante, que ganhou projeção defendendo o Grêmio, marcou três gols e distribuiu seis assistências. No líder do Campeonato Português, Pepê tem funcionado como um elemento de trabalho no ataque.

Ele joga mais por dentro e fecha com a subida do lateral ofensivo Alberto Costa. Esse posicionamento, que exige maior cobertura defensiva a partir da ponta, permite que os meias Rodrigo Mora, Gabri Veiga, o ponta Borja Sainz e o centroavante Samu Omodorion apareçam mais em zonas de finalização.

Na sexta temporada no FC Porto, ele vive a terceira melhor campanha em termos de assistências, mas ainda busca os gols que certamente deseja. Nesse sentido, pelo lado da Seleção Brasileira, Pepê tem dois jogos disputados.

Ele estreou na Amarelinha em 17 de novembro de 2023, atuando nove minutos na derrota para a Colômbia por 2 a 1. Depois, em 9 de junho de 2024, entrou em campo por 29 minutos no triunfo sobre o México por 3 a 2.

Ou seja, o atacante tem uma carreira consolidada na equipe portista mas não parece estar a atravessar um período particularmente pujante ou de melhoria. Porém, ainda há muito para disputar no que falta da temporada.

Qual foi a melhor temporada de Pepê?

Ainda mais, a melhor temporada de Pepê ainda foi com a camisa do Grêmio. Em 2020, ele marcou 15 gols e distribuiu nove assistências em 57 partidas, ultrapassando 20 participações em gols pela primeira e única vez no Brasil.

Na Europa, com o Porto, sua temporada mais produtiva em participações em gols foi em 2023/2024: oito gols e nove assistências em 50 partidas. Em resumo, o ponta segue em busca de números maiores para, aos 29 anos, manter viva a possibilidade de vestir novamente a camisa do Brasil.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

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