Antes de tudo, o São Paulo divulgou nota oficial na noite deste domingo (5) expressando “profunda indignação” com a arbitragem de Ramon Abatti Abel. Além disso, os tricolores dispararam contra o VAR comandado por Ilbert Estevam da Silva, após o clássico contra o Palmeiras, no MorumBIS. O jogo foi pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clube afirma que os erros “tiveram influência direta no resultado do jogo”.
Segundo o comunicado, o lance mais grave teria sido um pênalti não marcado em Gonzalo Tapia, quando o time vencia por 2 a 0. O São Paulo critica a omissão do árbitro de campo e do VAR, classificando a decisão como “escandalosa” e “causadora de perplexidade a todos que acompanharam a partida”.
Pouco depois do lance, o clube alega ter sido novamente o juiz prejudicou o time: uma falta clara em Tapia, que a arbitragem não marcou e originou o gol do Palmeiras. A diretoria ressalta que, mais uma vez, a equipe de arbitragem “se manteve inerte”, ignorando a infração.
São Paulo apontou outros lances da partida?
O São Paulo ainda cita outros episódios de violência em campo, como uma cotovelada e um pisão de Gustavo Gómez em Tapia. Além disso, apontou entradas duras de Raphael Veiga em Enzo e de Andreas Pereira em Marcos Antônio. Todas, segundo o clube, passíveis de cartão vermelho e “novamente ignoradas pelo árbitro e pelo VAR”.
No texto, o clube cobra providências imediatas da Comissão de Arbitragem da CBF. A nota afirma que a atuação da equipe de arbitragem foi “desastrosa”. Ademais, “coloca em xeque a credibilidade da competição e o trabalho de jogadores, comissão técnica e diretoria”.
Por fim, o presidente Julio Casares assinou o documento, que reforça o tom de repúdio e o pedido de ação rápida da CBF para evitar novos prejuízos à equipe.





