Antes de mais nada, o Fluminense entra em campo nesta quinta-feira,30, às 19h (de Brasília), diante do Bolívar, na altitude de La Paz, na Bolívia, pela terceira rodada do Grupo C da Copa Libertadores da América.
Ainda sem vencer na competição, o time carioca trata o confronto como decisivo para seguir com chances de classificação. Com apenas um ponto somado até aqui, o Tricolor está no meio da tabela e chega pressionado após a derrota para o Independiente Rivadavia no Maracanã.
Altitude e contexto aumentam o desafio
Além da necessidade do resultado, o Fluminense terá pela frente um obstáculo tradicional na Copa Libertadores da América: os mais de 3.600 metros de altitude de La Paz. A condição costuma impactar o rendimento físico das equipes visitantes, exigindo estratégia e adaptação.
O técnico Luís Zubeldía reconhece o cenário adverso, mas aposta na competitividade da equipe. A tendência é que o treinador utilize o que tem de melhor à disposição, mesmo diante das dificuldades impostas pelo ambiente.
Trinca de volantes é aposta tática
Para tentar equilibrar o time, Luís Zubeldía deve promover uma mudança importante no meio-campo: a utilização de três volantes. Sem Matheus Martinelli, que se recupera de lesão, a comissão técnica trabalhou com Facundo Bernal, Hércules e Alisson formando o setor.
A proposta é reforçar a marcação e dar mais sustentação defensiva. Pelos lados, Jefferson Savarino deve atuar aberto pela esquerda, enquanto Agustín Canobbio ocupa o lado direito. No comando de ataque, Castillo aparece como referência.
O técnico Luís Zubeldía deve escalar o Fluminense para o jogo com o Bolívar com: Fábio; Guga, Jemmes, Juan Freytes e Guilherme Arana; Facundo Bernal, Hércules e Alisson; Jefferson Savarino, Agustín Canobbio e Rodrigo Castillo.
Pressão por resultado imediato
A partida ganha contornos de decisão precoce para o Fluminense. Um novo tropeço pode complicar significativamente a situação do clube na fase de grupos, enquanto uma vitória fora de casa recoloca o time na briga por uma vaga nas oitavas de final.
Internamente, o discurso é de concentração total e foco na superação das adversidades. A comissão técnica entende que, apesar das dificuldades, o confronto representa uma oportunidade de reação em um momento delicado da temporada.


