EUA x Bélgica: O Lumen Field, em Seattle, será o palco de um confronto com forte sabor de revanche histórica. Nesta segunda-feira (6 de julho de 2026), pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, os donos da casa, os Estados Unidos, enfrentam a experiente seleção da Bélgica. O duelo reedita o confronto memorável do mata-mata de 2014, quando os belgas avançaram após uma vitória dramática por 2 a 1 na prorrogação.
Os norte-americanos chegam embalados pela liderança do Grupo D e por uma classificação suada contra a Bósnia e Herzegovina. Já a Bélgica carimbou a vaga após uma virada espetacular por 3 a 2 sobre Senegal, também no tempo extra, provando que sua “geração de veteranos” ainda tem poder de decisão nos momentos de maior pressão.
O Caminho até as Oitavas de Final
Acompanhe a trajetória cronológica de altos e baixos que trouxe americanos e belgas até a decisão em Seattle:
Ficha Técnica da Partida – EUA x Bélgica
| Detalhe | Informação |
| Jogo | EUA x Bélgica |
| Competição | Copa do Mundo de 2026 (Oitavas de Final) |
| Data e Horário | Segunda-feira, 6 de julho de 2026 (Horário a definir com base na grade local de Seattle) |
| Local | Lumen Field (Seattle, EUA) |
| Onde assistir | Globo, sportv e ge tv |
Prováveis escalações e bastidores
Estados Unidos — Técnico: Mauricio Pochettino
A grande notícia para Pochettino é a liberação de Folarin Balogun. Inicialmente dado como desfalque, o atacante — que marcou 3 dos 10 gols da equipe no torneio — teve a suspensão anulada e liderará o trio de frente. No entanto, o treinador argentino ainda lida com problemas na retaguarda: Mark McKenzie, Auston Trusty e Cristian Roldan continuam no departamento médico.
Taticamente, os EUA mantêm o esquema 3-4-3. A estratégia passa pela projeção ofensiva dos alas Dest e Robinson, enquanto Weston McKennie ganha liberdade para infiltrar na área adversária vindo de trás, aproveitando a movimentação centralizada de Christian Pulisic.
Provável Escalação: Matt Freese; Alex Freeman, Chris Richards e Tim Ream; Sergiño Dest, Tyler Adams, Malik Tillman e Antonee Robinson; Weston McKennie, Christian Pulisic e Folarin Balogun.
Desfalques: Mark McKenzie, Auston Trusty e Cristian Roldan (lesionados).
Bélgica — Técnico: Rudi Garcia
A Bélgica chega com a confiança renovada após a histórica reação contra Senegal, mas ciente de que precisa de maior equilíbrio defensivo. O zagueiro Zeno Debast segue como principal dúvida, tendo treinado apenas parcialmente. Em contrapartida, o defensor Nathan Ngoy cumpriu suspensão e reforça o elenco.
A grande mudança tática deve ser a presença de Romelu Lukaku desde o primeiro minuto. O camisa 9 mudou o patamar físico do time na rodada passada e deve assumir a vaga de Charles De Ketelaere. Com Lukaku fixo na área, Kevin De Bruyne terá total liberdade para ditar o ritmo no meio-campo, acionando a velocidade dos pontas Trossard e Jérémy Doku.
Provável Escalação: Thibaut Courtois; Timothy Castagne, Arthur Theate, Brandon Mechele e Maxim De Cuyper; Amadou Onana, Youri Tielemans e Kevin De Bruyne; Leandro Trossard, Romelu Lukaku e Jérémy Doku.
Desfalques: Zeno Debast (dúvida médica).
Histórico recente do confronto de EUA x Bélgica
O retrospecto histórico aponta uma ampla hegemonia europeia. Em 7 partidas disputadas na história, a Bélgica venceu 6 vezes e os Estados Unidos venceram apenas uma — justamente no primeiro confronto, na Copa do Mundo de 1930.
O duelo mais recente aconteceu em março de 2026, em um amistoso preparatório disputado em Atlanta, onde a Bélgica aplicou uma sonora goleada por 5 a 2 sobre os norte-americanos.
Palpites para EUA x Bélgica
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1. Ambas as Equipes Marcam: Sim
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Justificativa: A defesa da Bélgica mostrou muita fragilidade contra transições rápidas, sofrendo gols em 3 dos 4 jogos disputados no torneio. Por outro lado, com o retorno de Balogun e o talento de Pulisic (12 participações em gols na temporada europeia), os EUA têm força de sobra para balançar as redes. Do lado belga, o trio De Bruyne, Doku e Lukaku raramente passa em branco.
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2. Total de Gols: Mais de 1.5 gols
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Justificativa: Ambas as seleções demonstraram maior competência ofensiva do que solidez na retaguarda em suas últimas exibições (a Turquia vazou os EUA duas vezes e Senegal fez dois na Bélgica). Esperar ao menos dois gols na partida é uma abordagem estatisticamente muito segura.
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Palpite de Alto Risco x Retorno (Cotação Alta)
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3. Resultado do Jogo: Empate no Tempo Regulamentar
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Justificativa: Assim como em 2014, as duas equipes têm valências que se anulam. A intensidade física e a pressão da torcida local dos EUA vão colidir diretamente com a cadência e a experiência técnica dos veteranos belgas. Um empate por 1 a 1 ou 2 a 2 levando a decisão novamente para a prorrogação é um cenário de alto retorno financeiro e alta probabilidade.
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