Flamengo e West Ham marcam reunião para tratar da venda de Lucas Paquetá; saiba mais

Diretoria vai discutir modelo de retorno do meia, que aceita reduzir valores para viabilizar acordo de longo prazo.
Flamengo e West Ham marcam reunião para tratar da venda de Lucas Paquetá; saiba mais
Foto: Instagram/@lucaspaqueta

Primeiramente, o Flamengo vai se reunir nos próximos dias com o West Ham para tentar fechar a contratação de Lucas Paquetá. Do lado rubro-negro, participam José Boto e Marcos Motta, vice-presidente do clube e advogado do jogador no caso de suposto envolvimento com manipulação de resultados. O empresário Eduardo Uran também estará no encontro, que deve definir o formato final da operação.

As bases salariais já estão alinhadas. José Boto e Eduardo Uran acertaram um modelo no qual Paquetá abre mão de valores em relação ao que recebe na Inglaterra para viabilizar o retorno. Ainda assim, o acordo colocará o meia como o maior salário do elenco do Flamengo. Nos bastidores, o pacote completo pode chegar a cerca de R$ 3 milhões, somando salários, luvas, bônus e direitos de imagem.

O contrato em discussão prevê quatro anos, com cláusula de extensão por mais uma temporada. A diretoria entende que o tempo de vínculo é estratégico para diluir o investimento e proteger o ativo esportivo. Paquetá, por sua vez, vê o Flamengo como ambiente ideal para recuperar protagonismo esportivo e estabilidade fora de campo.

O que ainda impede o Flamengo de repatriar o meia Lucas Paquetá?

Atualmente, o principal entrave segue sendo o desejo do West Ham de mantê-lo até o fim da temporada europeia. O clube inglês trabalha com a possibilidade de liberar o jogador agora, mas tenta incluir um empréstimo de retorno imediato, o que ainda é debatido. O Flamengo resiste a esse formato, mas não descarta ajustes para fechar o negócio.

Internamente, o Flamengo trata Lucas Paquetá como a última grande movimentação desta janela. A diretoria quer fechar o elenco agora, ganhar previsibilidade financeira e evitar negociações longas mais adiante. A chegada do meia é vista como reforço estrutural, com impacto técnico e simbólico no grupo.

Por fim, para o segundo semestre, o planejamento já está traçado. O clube vai priorizar a contratação de um camisa 9 no mercado internacional, com perfil físico e poder de decisão. Em suma, a ideia é chegar ao meio do ano com base montada, elenco equilibrado e foco total em títulos. Tradição, peso e escolha calculada.

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