Antes de tudo, o Flamengo entra em campo nesta quarta-feira (17), em Doha, no Catar, para enfrentar o Paris Saint-Germain. O jogo, às 14h (de Brasília) vale a Copa Intercontinental. A decisão coloca frente a frente dois campeões continentais e reacende o histórico confronto entre clubes sul-americanos e europeus em jogos que valem título mundial.
Nesse sentido, a partida será disputada no Estádio Ahmad bin Ali, em Al Rayyan, e marca mais um capítulo da trajetória internacional do Rubro-Negro. Campeão mundial em 1981, o Flamengo busca repetir o feito diante de um adversário que domina o cenário europeu nos últimos anos e chega como atual campeão da Liga dos Campeões.
Historicamente, o Flamengo tem retrospecto positivo contra clubes europeus. Ao longo das décadas, o time carioca enfrentou equipes do Velho Continente em amistosos e competições oficiais, somando mais vitórias do que derrotas. Ao todo, foram 110 vitórias rubro-negras contra 65 de europeus. O triunfo por 3 a 0 sobre o Liverpool, em 1981, segue como o maior símbolo dessa história.
Ademais, nos confrontos mais recentes, o clube voltou a mostrar competitividade. Em 2025, venceu o Chelsea por 3 a 1 e acabou superado pelo Bayern de Munique por 4 a 2. Esses jogos reforçaram a capacidade do elenco de competir em alto nível internacional, mantendo identidade ofensiva mesmo diante de adversários poderosos.
Flamengo construiu caminho sólido até a final da competição
Para chegar à final da Copa Intercontinental, o Flamengo superou Cruz Azul, do México, e Pyramids, do Egito, em uma campanha segura. O elenco chega confiante, fisicamente preparado e com a experiência de quem já enfrentou grandes clubes europeus em decisões recentes.
Por fim, diante do PSG, o Flamengo aposta na força do grupo, na tradição e no peso da camisa para buscar mais um título internacional. O duelo representa não apenas uma final, mas a chance de reafirmar o clube entre os grandes do futebol mundial, em um palco neutro e de máxima visibilidade.




