Fluminense: auxiliar Maxi Cuberas defende Renê e afirma que pênalti “é uma situação de muita pressão”

Argentina garante que a comissão técnica trabalha com diferentes atletas para as cobranças de pênaltis
Fluminense: auxiliar Maxi Cuberas defende Renê e afirma que pênalti “é uma situação de muita pressão”
Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense FC

Antes de tudo, o Fluminense está na final do Campeonato Carioca após empatar por 1 a 1 com o Vasco, no Maracanã. Como havia vencido a ida por 1 a 0, o Tricolor confirmou a classificação. Fábio defendeu pênalti de Brenner, enquanto Ganso converteu a cobrança que assegurou a vaga na decisão.

Com Luís Zubeldía suspenso, o auxiliar Maxi Cuberas comandou a equipe à beira do campo e destacou o mérito coletivo. “Primeiro, acho que o time, o grupo, o staff e nossas famílias podem aproveitar essa vitória e essa ida à final. Depois, na semana, vamos trabalhar pensando na decisão. O que todos queremos é ganhar o torneio”, afirmou.

Sobre a possibilidade de mais um título, Cuberas pregou cautela. Segundo ele, o foco imediato é recuperar os atletas e preparar o jogo com uma semana cheia de treinos. A comissão técnica entende que o grupo deu “um bom passo”, mas sabe que ainda há um desafio decisivo pela frente.

Questionado sobre a definição dos cobradores de pênalti, o auxiliar explicou que a situação é treinada, mas reconheceu o peso do contexto. “É uma situação de muita pressão. Os melhores jogadores do mundo também falham. Hoje já estava estabelecido quem bateria. Lamentavelmente falhou, mas o mais importante é o compromisso de todos com a causa”, disse.

Cuberas reforçou que não há improviso na escolha. A comissão trabalha com diferentes executores e define previamente o responsável pela cobrança. “Vamos continuar trabalhando. Faz parte do futebol. Graças a Deus, hoje ganhamos, e com um pênalti”, completou.

Freytes quase complicou a atuação do Fluminense?

Por fim, o auxiliar comentou as críticas ao zagueiro Freytes, que cometeu o pênalti para o Vasco e foi vaiado. Ele saiu em defesa do jogador e destacou a evolução coletiva. “Se jogar muito, pode cometer erros. Temos que reduzir a margem de erro”, pontuou.

Além disso, Cuberas sinalizou que a comissão técnica está atenta a lições nos jogos, mas agora é pensar na final. “Quando entendermos que prejudica o time, outro vai jogar. O mais importante é que hoje estamos na final e seguimos corrigindo o que precisa melhorar”, concluiu.

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