Antes de tudo, o finlandês Valtteri Bottas deve ser anunciado ainda este mês como o primeiro piloto da Cadillac na Fórmula 1. A informação circulou por veículos especializados como RacingNews365, GPblog e F1i, que apontam que o acordo já está fechado. A confirmação marcará o início do inédito projeto da montadora americana na categoria.
Aos 35 anos, Bottas soma dez vitórias, 67 pódios e quase 250 largadas na Fórmula 1. Após deixar a Sauber no fim de 2024, ele atuou como piloto reserva da Mercedes em 2025. Dessa forma, continua circulando pelo paddock. Essa trajetória reforçou sua condição de candidato estratégico para integrar a nova equipe.
Desde que a FIA aprovou a entrada da Cadillac como a 11ª escuderia da Fórmula 1, prevista para 2026, o nome de Bottas passou a ser um dos mais cotados para assumir uma das duas vagas. O currículo do finlandês, com passagens por Williams, Mercedes e Alfa Romeo, o coloca como peça-chave para a fase inicial do projeto.
Em entrevistas recentes, Bottas destacou que ainda não se considera “finalizado” como piloto de Fórmula 1. Ele classificou o projeto da Cadillac como “muito interessante” e havia dito que agosto seria decisivo para definir seu futuro. A sinalização de um anúncio neste mês confirma as expectativas.
A Cadillac tem outro nome além de Bottas?
A equipe americana estuda formar um time equilibrado entre experiência e renovação. Entre os nomes especulados para dividir o cockpit com Bottas está o mexicano Sergio Pérez, também veterano da F1, cuja chegada criaria uma dupla considerada sólida para um início competitivo.
Por fim, com estreia programada para 2026, a Cadillac utilizará motores Ferrari em sua temporada de abertura, mas planeja desenvolver futuramente sua própria unidade de potência. A contratação de Bottas representa mais que o retorno de um campeão de corridas ao grid. Ele será fundamental para a construção de um alicerce solido para a competitividade da marca no cenário da Fórmula 1.




