O goleiro Bruno, ,ex-jogador do Flamengo, pode estar próximo de chegar a um acordo com o Capixaba, time que disputa a primeira divisão do Campeonato do Espírito Santo. Em caso de contratação, o arqueiro somará forças outros jogadores que atuaram em equipes que disputaram o Brasileirão Série B.
A saber, o Capixaba tem em seu elenco Bernardo, ex-Vasco e Cruzeiro, Jobson, ex-Botafogo e Atlético-MG, Rodrigo Ramos, ex-Coritiba, e Régis, ex-São Paulo.
Conforme o presidente do Capixaba, Daniel Costa, as conversas com o camisa 1 do Flamengo estão avançadas e o acerto pode estar próximo.
“As conversas estão bem avançadas. O Bruno já demonstrou total interesse em vestir a camisa do Capixaba e está alinhado com a filosofia do clube. Restam apenas alguns detalhes burocráticos e contratuais para que o acordo seja oficialmente assinado. O Bruno sabe da responsabilidade que essa oportunidade carrega e tem mostrado respeito e comprometimento em cada etapa do diálogo”, declarou o gestor.
Condenação de Bruno e ressocialização no Capixaba
Bruno foi acusado pela morte da modelo Eliza Samudio em 2010. Três anos depois, o ex-goleiro do Flamengo foi julgado e condenado a 22 anos e um mês de prisão por homicídio e ocultação de cadáver.
Atualmente, o jogador está em liberdade condicional, direito que conquistou em 2023. Vale ressaltar que o goleiro Bruno busca alternativas para voltar ao mundo da bola, tendo disputado partidas oficiais e em clubes amadores.
O último jogo oficial disputado por Bruno foi válido pela Série C do Campeonato Carioca, ou, quinta divisão do Rio de Janeiro. Na ocasião, o arqueiro vestia a camisa do Atlético Carioca.
Por fim, Daniel Costa revelou que a contratação do arqueiro faz parte do processo de ressocialização de Bruno.
“A contratação do Bruno está inserida em uma visão maior do Capixaba, que é o projeto de ressocialização e reintegração através do futebol. Nosso clube já atua com categorias de base, projetos sociais e programas que oferecem oportunidade a jovens e adultos em situação de vulnerabilidade. Acreditamos que o futebol tem um poder único de reconstruir histórias”, iniciou.
“O Capixaba, como instituição, não julga o passado, mas avalia o presente e o propósito do atleta em se reerguer. Nosso papel é ser um canal de transformação, mostrando que o esporte pode abrir portas para a mudança verdadeira”, completou.


