Antes de tudo, o Grêmio recusou uma proposta de 4 milhões de euros apresentada pelo Olympiacos, da Grécia, pelo zagueiro Luís Eduardo. A diretoria avaliou que os valores não correspondem ao potencial esportivo e financeiro do atleta e decidiu não avançar nas tratativas neste momento.
Com contrato até dezembro de 2028, Luís Eduardo é visto internamente como um ativo importante do elenco. A multa rescisória para o mercado internacional está fixada em 60 milhões de euros, parâmetro usado pelo clube como referência em negociações envolvendo o defensor.
A avaliação no Tricolor é de que o zagueiro ainda tem margem de valorização, tanto pelo desempenho recente quanto pela idade e regularidade na equipe principal. Por isso, a direção entende que uma liberação só ocorrerá diante de uma proposta considerada realmente vantajosa.
Apesar da recusa inicial, o Grêmio não fechou as portas para o Olympiacos. A expectativa é de que o clube grego possa retornar com uma nova oferta nos próximos dias, com valores mais próximos do que o Tricolor considera aceitável.
Grêmio procura manter uma das joias da base e pensa em resposta técnica?
Enquanto isso, Luís Eduardo segue normalmente à disposição da comissão técnica. Atualmente, pode ganhar mais oportunidades com Luiz Castro. O Grêmio adota postura cautelosa no mercado e reforça que não tem urgência em negociar o jogador, priorizando a manutenção do elenco para a sequência da temporada.
Em suma, o Grêmio reforça a política de valorização dos atletas formados em casa e deixa claro que só considera abrir negociação diante de propostas alinhadas ao potencial esportivo e ao valor de mercado do jogador. Além disso, trabalha a transição do jovem para o profissional com calma, sem pular etapas.





