John Textor está no Nilton Santos para acompanhar o confronto entre Botafogo e Cruzeiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O dono da SAF alvinegra vive o seu pior momento desde que chegou ao clube. Nesta segunda-feira,29, A SAF alvinegra foi proibida de negociar jogadores para outros clubes.
Após um longo período, Jonh Textor apareceu em público para acompanhar a partida do alvinegro, mas acabou ouvindo e sentindo a vaia e raiva do torcedor alvinegro que cobra resultados e respostas. No momento, o Botafogo sofre com o transfer ban da Fifa e está impossibilitado de inscrever reforços.
“John Textor, preste atenção. Muito respeito com a camisa do Fogão”, gritou o torcedor do Botafogo, no momento em que a imagem de John Textor, que acompanha a partida do seu camarote no Nilton Santos, apareceu no telão do estádio.
Mas, as vaias de John Textor estão longe de ser o maior problema do gestor do clube. Nesta quinta-feira,29, foi revelado que Textor tinha negociação em andamento com o futebol europeu para vender Danilo e Álvaro Montoro. Contudo, a justiça do Rio de Janeiro proibiu a SAF de negociar atletas.
Textor perdeu o comando da Eaglle nos últimos dias. Agora a empresa é comandada pela Ares, principal credora da empresa do americano. Textor perdeu o comando da Eaglle, mas ainda segue na gestão do Botafogo graças a uma liminar da justiça do Rio de Janeiro.
Durante o primeiro tempo, John Textor foi visto conversando com João Paulo Magalhães, presidente do clube associativo. Magalhães ainda apoia John Textor. Mas internamente existe um movimento para o clube associativo derrubar a liminar que mantém Textor no comando.
Aporte ou empréstimo?
John Textor prometeu que um aporte de US$ 50 milhões seria feito nesta semana. Com esse dinheiro, o Botafogo pagaria o Atlanta United para deixar o tranfer ban. O detalhe é que o aporte, na verdade, é um empréstimo com juros elevado.
Por isso, Thairo Arruda, CEO do Botafogo, se negou a assinar os documentos para receber o dinheiro. John Textor ficou furioso e tentou demitir o CEO. Contudo, esbarrou na mesma liminar o que o mantêm no comando e não conseguiu efetivar a demissão, do até então, seu homem de confiança.


