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John Textor: STJD pode aplicar a maior punição da história por acusação de manipulação

O auditor Mauro Marcelo de Lima e Silva concluiu nesta sexta-feira(05), o inquérito para apurar as denuncias feita por John Textor sobre manipulação de resultados em partidas do Campeonato Brasileiro de 2022 e 2023. Depois de analisar as provas enviadas e preparar um relatório que contou com mais de 50 páginas, o auditor do Superior Tribunal de Justiça Desportiva indicou que as provas são “imprestáveis”.

Além disso, Mauro Marcelo de Lima e Silva indicou que John Textor cometeu ilícito contra atletas, clubes e árbitros. Em sua conclusão enviada para a Procuradoria da Justiça Desportiva, o auditor sugeriu que sejam aplicadas as maiores punições da história do STJD. No entendimento de Mauro Marcelo de Lima e Silva, John Textor deve ser suspenso por 6 anos, além de pagar multa de R$ 2 milhões.

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A situação envolvendo o dono da SAF do Botafogo pode ficar ainda mais complicada. Dentro do seu relatório o auditor do STJD indicou que John Textor cometeu ilícitos contra  sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros. Além disso, foram constatadas infrações contra a ética desportiva e a motivação pessoal na solicitação da instauração do inquérito.

Os nomes dos atletas em questão foram protegidos pelo auditor, mas ele elencou todas as entidades que são tratadas como vitimas de John Textor: Sociedade Esportiva Palmeiras (pessoa jurídica) – Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense (pessoa jurídica) – Esporte Clube Bahia (pessoa jurídica) – Clube de Regatas Flamengo (pessoa jurídica) – Clube Atlético Mineiro (pessoa jurídica) – São Paulo Futebol Clube (pessoa jurídica) e seus atletas.

Além disso, de acusador o dono da SAF do Botafogo passou a ser tratado como acusado. Por fim, além dele, também são apontados como acusados o Sr. Pierre Sallet, Presidente da empresa “Good Game” e o Sr. Thierry Hassanaly, CEO da empresa “Good. Game”. Contudo, surgem como interessados no processo a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol – ANAF, o Sind. de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo – SAPESP  e a Ass. Dos Árbitros de Futebol do Brasil – ABRAFUT.

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Veja o relatório completo do auditor Mauro Marcelo de Lima e Silva
Relatório do Inquérito nº 121/2024

 

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