Grandes clubes são feitos não só de conquistas, mas também de grandes jogadores – e não falta nenhum dos dois ao Vasco da Gama.
Mas se há craques que se destacam por títulos e momentos históricos, existem aqueles que se eternizaram pelo que há de mais importante no futebol: fazer gols.
É o lance, afinal, que faz a torcida enlouquecer e que faz as pessoas pararem o que estão fazendo para assistir.
>Não à toa, vídeos de gols dominam as redes sociais, casas de entretenimento e sites com mais informações sobre análises e estatísticas, que disponibilizam centenas de mercados de gols por partida. Jogue com Responsabilidade.
Por isso, ainda que tenham conquistado muito com a camisa Cruzmaltina, lendas como Roberto Dinamite, Romário e Vavá se consagraram por também colocarem muita bola na rede.
Os maiores goleadores da história cruzmaltina
Em mais de cem anos de história, o Vasco marcou milhares de gols. E mais de 2.600 deles foram anotados por apenas 10 jogadores, os maiores goleadores do clube.
Neste ranking, há ídolos vascaínos, lendas do futebol brasileiro e representantes de fases memoráveis, uma lista tão rica quanto a própria história do clube. Confira:
Top 10 maiores artilheiros da história do Vasco
⦁ Roberto Dinamite (708 gols)
⦁ Romário (326 gols)
⦁ Ademir de Menezes (301 gols)
⦁ Pinga (250 gols)
⦁ Russinho (230 gols)
⦁ Ipojucan (225 gols)
⦁ Vavá (191 gols)
⦁ Sabará (165 gols)
⦁ Lelé (147 gols)
⦁ Valdir Bigode (144 gols)
Ídolos e artilheiros: maiores atacantes da história do Vasco
Além de títulos e das áreas adversárias, alguns dos maiores artilheiros da história do Vasco conquistaram também os corações dos torcedores.
São craques presentes em músicas, cantos, bandeirões e estátuas, queridos pelos jogadores de hoje e lembrados sempre que possível.
Roberto Dinamite: o maior de todos
“Roberto Dinamite” e “ídolo do Vasco” são termos que sempre estarão juntos.
Afinal, o maior artilheiro da história do clube é também seu maior jogador.
Formado na categoria de base vascaína, Dinamite – que já subiu aos profissionais com o apelido – colecionou títulos, marcas e, claro, gols.
Com 708 bolas na rede dos adversários do Vasco, o atacante, que jogou a maior parte da carreira com a camisa 10, foi campeão do Brasileirão de 1974 e de outras cinco edições do Campeonato Carioca.
A competição nacional, inclusive, foi o torneio de melhor desempenho de Dinamite. Ele é, até hoje, o maior artilheiro de sua história, com 190 gols marcados entre 1971 e 1992.
Falecido em 2023 e eternizado, ainda em vida, em uma estátua em frente ao estádio São Januário, o atacante, que também foi dirigente, é praticamente um sinônimo do clube que honrou – e brilhou.
Romário: o terror da pequena área
Privilegiados foram os vascaínos que puderam acompanhar o time entre 1985 e 1988. Nesse curto período, jogaram juntos os dois maiores jogadores da história do time: o já citado Roberto Dinamite e Romário.
Também formado na base do Vasco, Romário é o segundo maior artilheiro do clube, com 326 gols marcados. Na conta, entram tanto o seu primeiro como profissional quanto o seu milésimo, anotado em 2007, contra o Sport.
O dado é, de certa forma, representativo da história do “Baixinho” com a camisa cruzmaltina, de 4 passagens, polêmicas e uma idolatria bastante fluida.
Romário, afinal, jogou também por Fluminense e por Flamengo, mas também pela Seleção Brasileira, da qual é o seu quarto maior artilheiro da história – e figura principal do Tetra em 1994, é claro.
Passada a régua, o eterno camisa 11, que também possui uma estátua em São Januário, fez mais de 400 partidas e conquistou quatro títulos: dois campeonatos cariocas (1987 e 1988), uma Copa Mercosul (2000) e um Campeonato Brasileiro/Copa João Havelange (2000).
Ademir de Menezes, Vavá e o “Expresso da Vitória”
Se Romário e Dinamite ocupam a maior parte da memória afetiva e, por que não, recente do Vasco, há, na lista de maiores artilheiros, representantes de tempos um pouco mais distantes, mas não menos importantes.
Ademir de Menezes, por exemplo, liderou o chamado “Expresso da Vitória”, talvez o melhor time da história vascaína, que levou cinco campeonatos cariocas, o Campeonato Sul-Americano de Campeões e formou a base da Seleção Brasileira entre as décadas de 1940 e 1950.
O “Queixada” foi também o jogador vascaíno que mais fez gols em Copas do Mundo, com 9 em 1950, marca superior, por exemplo, aos 5 de Romário no Tetra.
Vavá, por sua vez, foi campeão da Copa do Mundo pela primeira vez enquanto era jogador do Vasco, em 1958. Ele também foi tricampeão carioca (1952, 1956 e 1958).





