Antes de mais nada, o Fluminense oficializou Mário Bittencourt como novo diretor-geral do clube. A informação foi primeiramente divulgada pelo jornalista Paulo Brito e, posteriormente, confirmada pela Agência RTI Esporte.
Ex-presidente, o dirigente retorna ao organograma executivo em uma função remunerada, marcando uma nova etapa de sua relação institucional com o clube. A nomeação faz parte do processo de reorganização administrativa conduzido pela atual gestão.
A Agência RTI Esporte apurou que Mário Bittencourt passa a atuar diretamente ao lado do presidente Mattheus Montenegro. Ele atuará na condução estratégica e na tomada de decisões internas, especialmente nas áreas administrativa e institucional.
O ex-presidente chega ao cargo como o dirigente mais bem pago do Fluminense. Os vencimentos de Mário Bittencourt, por exemplo, superam a casa dos R$ 200 mil mensais. O valor, aliás, o coloca no topo da folha salarial entre os executivos do clube.
Abaixo do antigo mandatário, na lista de maiores salários do Fluminense, aparecem o diretor executivo de futebol, Paulo Angioni, o chefe de comunicação, Ronaldo França, e também a diretora jurídica, Roberta Fernandes.
Todos fazem parte do núcleo estratégico da atual administração de Mattheus Montenegro, eleito para o triênio 2026, 2027 e 2028, entretanto, com vencimentos inferiores ao do novo diretor-geral do Fluminense.
Mário Bittencourt presidiu o Fluminense por dois mandatos e teve papel central na condução do clube em momentos esportivos e financeiros delicados. Durante sua gestão, o Tricolor venceu a Copa Libertadores da América, Recopa Sul-Americana e o Campeonato Carioca.
A escolha por mantê-lo na estrutura vem sendo vista internamente como uma forma de preservar continuidade administrativa, aproveitando a experiência acumulada pelo dirigente ao longo dos últimos anos.
Atuação na gestão Mattheus Montenegro e repercussão interna
Na prática, Mário Bittencourt passa a ser um dos principais braços da gestão Mattheus Montenegro. O cargo de diretor-geral concentra funções de coordenação, planejamento e alinhamento estratégico, com influência direta no funcionamento cotidiano do Fluminense.
A oficialização, no entanto, já provoca debates entre torcedores e nos bastidores políticos do clube, sobretudo pelo valor do salário e pela transição de um cargo eletivo para uma função executiva remunerada.
Internamente, a avaliação é de que a presença de Mário fortalece a governança e amplia a capacidade de gestão do Fluminense. A mudança consolida um novo momento na administração tricolor e deve seguir gerando repercussão dentro e fora das Laranjeiras.





