Marketing Esportivo: A Era do Ecossistema Transmídia

Agência RTI Esporte se apresenta como opção para o mercado publicitário
Bruno Almeida, especialista em Marketing Esportivo
Foto: Caio Valadão / Agência Ekin

Por Bruno Almeida/Agência EKIN

No mercado publicitário atual, a pergunta que os patrocinadores mais fazem não é mais “quantas pessoas vão ver minha marca?”, mas sim “em quantos lugares e de que forma minha marca estará presente?”. O marketing esportivo moderno rompeu as barreiras físicas do estádio e as limitações técnicas dos veículos tradicionais. Hoje, não falamos mais de rádio ou televisão de forma isolada; falamos de ecossistemas de comunicação.

A Convergência como Diferencial Estratégico

O exemplo mais claro dessa evolução está na metamorfose de grandes players, como as rádios Jovem Pan e a Itatiaia. O rádio não é mais apenas rádio; ele virou televisão, virou YouTube e se tornou uma potência nas redes sociais. Para o investidor, essa integração é o “Santo Graal” da visibilidade. Ao associar uma marca a um projeto que possui essa capilaridade, o patrocinador garante uma onipresença que o modelo antigo de mídia não conseguia entregar.

Do “Olaria” ao Mercado Global: A Importância da Entrega 360º

Temos aplicado essa visão em projetos de revitalização, como no Olaria Atlético Clube, onde a estratégia de marketing não foca apenas no clube, mas na criação de um veículo de comunicação completo em torno dele. O objetivo é dar ao parceiro uma vitrine que não “desliga”.

O grande trunfo de um portal de notícias ou de uma plataforma digital forte é a capacidade de falar com públicos distintos simultaneamente. Hoje vejo a Agência RTI Esporte como um dos melhores exemplos para esse chamado Ecossistema Transmídia. É preciso entender que o portal de notícias exige uma linguagem, o twitter e Instagram exigem outra, o TikTok, Kwai, idem.

Saber transitar entre essas plataformas — falando a língua de cada usuário, mas mantendo a unidade da marca — é o que separa um patrocínio comum de uma parceria de sucesso.

“Hoje, o patrocinador não quer apenas exposição. Ele quer a segurança de que o veículo de mídia domina a jornada do torcedor, assim como a Agência RTI Esporte vem fazendo, desde o pré-jogo com todas as informações, crônica, pós-jogo, entrevistas, mercado da bola com as informações apuradas no ato do acontecimento. Aí sim, vem o rádio no carro, o corte de vídeo no celular.”

O Futuro é Multitela

O mercado caminha para uma exclusão natural de quem se mantém em um único nicho. O site que é “só site” ou a rádio que é “só áudio” estão perdendo espaço para veículos que se comportam como produtoras de conteúdo multiformato. Para as empresas que buscam o esporte como plataforma de crescimento, a recomendação é clara: busque o ecossistema, não apenas o anúncio. Por fim, a visibilidade real mora na convergência.

 

Colunista da Agência RTI Esporte, Bruno Almeida é publicitário e CEO da Agência Ekin.

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