Matheus Cunha comemora convocação e presença em sua primeira Copa do Mundo

Atacante sofreu lesão e ficou fora do mundial em 2022
Matheus Cunha com a Seleção Brasileira
Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Aos 27 anos, Matheus Cunha disputará a Copa do Mundo pela primeira vez. O jogador esteve perto de ser convocado por Tite em 2022, mas acabou sofrendo lesão e ficou fora da lista final. Desta vez, o jogador se apresentou na Granja Comary, no dia 27 de maio, justamente no dia do seu aniversário.  Ele fez questão de lembrar o momento de dificuldade que o fez crescer.

“No futebol, assim como na vida, faz parte passar por momentos de dificuldade e superar. Depois de tudo que passei, ter meu nome na lista… Chegar no dia do meu aniversário, vamos ver, né, acho que é o destino. Fico muito feliz de estar participando de tudo isso”,

Em sua temporada de estreia pelo Manchester United, Cunha foi uma das peças-chave para o retorno dos Red Devils à Champions League. Atuou em 33 partidas, marcou dez gols e deu duas assistências, jogando em uma posição onde está mais habituado. Pela Amarelinha, tem 29 convocações, 21 partidas e um gol marcado.

Matheus Cunha comemorou evolução no Manchester United e na Seleção Brasileira

“Meu segundo ciclo de Seleção está muito mais parecido com o que jogo no clube, com muito mais flutuações entrelinhas e em muitos momentos jogando como um meia. Muito feliz com tudo que vem acontecendo comigo, num clube em que sempre quis jogar. Meu primeiro ano, de volta à Champions, competição em que o clube tem que estar todo ano”, comentou Matheus Cunha.

“Agora chegando na Seleção Brasileira, espero que tudo seja bem-sucedido e que eu possar dar meu melhor nessas funções que estou mais habituado a fazer”, acrescentou.

Ele reforçou ainda que, se levantar a taça da Copa do Mundo e somar esta conquista à medalha de ouro obtida nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, “não teria muito mais do que pedir a Deus”.

“Conquistar o ouro olímpico e, se Deus quiser, uma Copa do Mundo, realizar esse maior sonho do jogador de futebol. Ter um ouro olímpico e um troféu de campeão do mundo… Não tem muito mais que eu possa pedir a Deus, não. (…) Acho que o trabalho paga, foco, palavras positivas para que você possa construir o seu castelo. É algo que é prazeroso estar alcançando”, concluiu.

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