LAS VEGAS – Conor McGregor não joga para perder, e nesta quarta-feira (18), ele provou que o caos é sua ferramenta favorita de marketing. Em um post relâmpago no X (Twitter), deletado minutos após a publicação, o “Notorious” disparou o que o mercado tentava esconder: “Me ofereceram um oponente e uma data, e eu aceitei. Aguardando o contrato”. O movimento confirma que McGregor é o cabeça de chave do histórico card na Casa Branca, agendado para 14 de junho de 2026. Mas o que parece ser o destino final é, na verdade, o primeiro passo de uma invasão planejada para terminar no gramado do Santiago Bernabéu.
Etapa 1: O Batismo de Fogo na Casa Branca (Junho)
A confirmação de hoje encerra meses de especulação. Dana White já sinalizou que a arena montada no gramado sul da Casa Branca é o evento mais ambicioso da história da organização. O tweet de McGregor sela o acordo: ele volta em junho para a luta que celebrará os 250 anos dos EUA e o aniversário de 80 anos de Donald Trump. Para Conor, Washington é o palco para provar que ainda é o maior “showman” da Terra e recuperar o ritmo de competição após o longo hiato.
Etapa 2: O Xeque-Mate no Santiago Bernabéu (Dezembro)
A verdadeira bomba que o RTI Esporte antecipa é que o “sim” de hoje é o gatilho para a rota de colisão com Ilia Topuria. O plano do UFC, costurado com Florentino Pérez e com a diplomacia de Cristiano Ronaldo, é usar a vitória em junho como trampolim para o primeiro evento na Espanha em dezembro de 2026.
Topuria, o “El Matador” que retornou aos treinos com fúria absoluta neste mês, já deu o ultimato: ele só aceita lutar em casa. O Real Madrid já reservou datas no segundo semestre, aproveitando a tecnologia de gramado retrátil do novo estádio. O objetivo é claro: transformar o Bernabéu no epicentro do MMA mundial com McGregor tentando tomar o cinturão de Topuria diante de 80 mil pessoas.
O Ultimato
O tweet deletado hoje não foi um erro; foi o primeiro soco de uma guerra que já começou nos escritórios. McGregor garantiu sua vaga no “Super Bowl” de Washington em junho para, meses depois, tentar o impossível: calar Madri.
Aqui não tem colé-colé: Washington é o aquecimento. O destino final é o gramado do Real Madrid.





