Oferta milionária da Superbet ao Flamengo acende crise no Fluminense e pressiona Mário Bittencourt; saiba detalhes

Antes de mais nada, o clima nas Laranjeiras esquentou. A notícia de que a Superbet teria colocado R$ 200 milhões anuais sobre a mesa para patrocinar o Flamengo soou como provocação em alto volume para dentro do Fluminense. A Agência […]

Oferta milionária da Superbet ao Flamengo acende crise no Fluminense e pressiona Mário Bittencourt; saiba detalhes

Antes de mais nada, o clima nas Laranjeiras esquentou. A notícia de que a Superbet teria colocado R$ 200 milhões anuais sobre a mesa para patrocinar o Flamengo soou como provocação em alto volume para dentro do Fluminense.

A Agência RTI Esporte apurou que o contrato vigente com o Tricolor das Laranjeiras mal chega a um quarto desse valoe. O contrado, firmado há pouco mais de um ano ainda depende de metas como títulos e vaga na Copa Libertadores da América para alcançar pouco mais de R$ 50 milhões por temporada.

Se o Flamengo atingir objetivos em três anos, o montante pode subir para R$ 1 bilhão — R$ 333 milhões anuais. Entre conselheiros, dirigentes influentes e nomes próximos ao presidente querem um posicionamento de Mário Bittencourt.

Isso porque se a rivalidade é um ativo tão valioso para o mercado, o Tricolor das Laranjeiras não poderia se contentar com papel secundário, se a informação do acordo entre a casa de apostas e o rival for confirmada nos próximos dias.

Ainda segundo apurou a reportagem, a pressão é para que Mário Bittencourt rompa imediatamente com a Superbet. Isso porqie conselheiros não aceitam que o clube fique à sombra de ninguém. Porém, a problema é a multa estipulada em contrato.

A Superbet patrocina o Fluminense desde abril de 2024. Na época, o Tricolor das Laranjeiras encerrou o vínculo com a Betano por entender que o contrato tinha ficado defasado logo após a regulamentação das casas de aposta no Brasil.

Antes da Superbet, Fluminense teve problema semelhante em 2015

Antes de tudo, o roteiro lembra um capítulo de 2015. Naquele fim de ano, sob forte cobrança interna por ver o Flamengo receber mais da Adidas, Peter Siemsen, então presidente do Fluminense, acabou rompendo com a fornecedora alemã.

Posteriormente, dirigente tricolor fechou com a canadense Dryworld. No entanto, a empresa não conseguiu cumprir as demandas contratuais. O patrocínio, que durou menos de um ano, acabou rendendo um processo milionário que ainda causa dor de cabeça.

Na época, o advogado do clube, Mário Bittencourt, votou pela saída da Adidas e entrada da Dryworld, em reuniões do Conselho Diretor do Fluminense. Agora, como presidente, está diante de um dilema semelhante e com a torcida cobrando uma resposta imedita.

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