Antes de mais nada, a história recente do Flamengo na Recopa Sul-Americana passa diretamente pelos pés de três jogadores que seguem no elenco comandado por Filipe Luís: Pedro, Bruno Henrique e Giorgian de Arrascaeta.
São eles os únicos atletas ainda no grupo atual que já balançaram as redes pelo clube na competição continental. O Flamengo disputou a Recopa Sul-Americana em 2020, consolidando sua presença entre os principais campeões da América do Sul.
Nos confrontos decisivos, o trio assumiu papel determinante ao transformar finais equilibradas em capítulos marcantes da trajetória rubro-negra. Pedro, com faro de gol apurado, acabou sendo decisivo em jogos de peso.
Bruno Henrique, conhecido pelo desempenho em partidas decisivas, também deixou sua marca no torneio. Por outro lado, Giorgian De Arrascaeta, referência técnica da equipe nos últimos anos, contribuiu com gols importantes em decisões.
Flamengo disputou a final em 2020 e 2023
Na ida da final contra o Independiente del Valle, em 2020, o Flamengo empatou por 2 a 2 em Quito. Os gols foram marcados por Bruno Henrique e Pedro. Na volta, vitória por 3 a 0, Gabigol e Gerson (duas vezes) balançaram as redes inimigas.
Em 2023, o Flamengo disputou a segunda Recopa da história, coincidentemente com o mesmo Independiente del Valle. Na ida, os equatorianos venceram por 1 a 0. Na volta, Giorgian De Arrascaeta garantiu o triunfo rubro-negro pelo placar mínimo.
Porém, nos pênaltis, o time comandado por Vítor Pereira ficou com o segundo lugar. Atualmente, a permanência dos três no elenco vem sendo muito valorizada pelo técnico Filipe Luís. Isso porque o trio teve papel importante em outras decisões continentais.
Regularidade rara na competição
A Recopa é disputada em formato enxuto, o que limita as oportunidades de repetição de protagonistas ao longo dos anos. Desde 2015, apenas um jogador conseguiu marcar em edições diferentes do torneio: Raphael Veiga, pelo Palmeiras, nas edições de 2021 e 2022.
Para o Flamengo, contar com Pedro, Bruno Henrique e Giorgian De Arrascaeta significa preservar memória recente e identidade vencedora. O trio simboliza uma geração que recolocou o clube no topo do continente. Em torneios de decisão, experiência costuma pesar.





