Por onde anda o goleiro Wagner, ídolo do Botafogo?

Arqueiro foi um dos heróis do Glorioso no título de 1995 do Brasileirão; profissional destaca importância do alvinegro em sua vida

Por onde anda o goleiro Wagner, ídolo do Botafogo?

O goleiro Wagner foi um dos pilares do Botafogo na conquista do Campeonato Brasileiro de 1995. O arqueiro encerrou a sua carreira como jogador pelo Madureira, no ano de 2004.

O ex-jogador chegou a trabalhar como técnico, tendo comandado dois clubes do futebol carioca: O Boavista, de Saquarema, em 2005, e o São Cristovão, em 2007.

Atualmente, fora das quatro linhas, Wagner atua como empresário na área gastronômica. A saber, o ex-goleiro do Botafogo é dono de um restaurante de frutos-do-mar, localizado no tradicional Mercado São Pedro, na cidade de Niterói.

Wagner e a paixão pelo Botafogo

O estabelecimento tem algumas referências ao Glorioso, inclusive na logomarca do restaurante.  O clube de General Severiano é uma paixão antiga do goleiro Wagner.

“Eu quando fui contratado, que o clube me deu a oportunidade, eu falei “eu sou Botafogo. E aí foi crescendo, crescendo, crescendo, crescendo no dia a dia e graças a Deus hoje eu tenho orgulho de dizer que eu sou Botafogo”, comentou o ex-arqueiro.

O ex-arqueiro destacou o carinho do torcedor pelo Botafogo. De acordo com Wagner, os botafoguenses lembram dele e da conquista do Brasileirão de 1995.

“Eu vivo isso até hoje, eu trabalho em comércio e agora recentemente mesmo fui numa festa de um grupo de torcedores lá em Itaipuaçu. Meu irmão, os caras, ninguém esquece o que a gente viveu aqui dentro do Botafogo, o pessoal idolatra todo mundo, reconhece, entendeu?”, explicou.

“Eu não sei os outros, mas eu particularmente, meu irmão, tenho muita gratidão pelo Botafogo. Muita coisa! Trinta anos (do título brasileiro) parece que foi ontem. Ninguém deixa de lembrar. Eu fui numa festa agora, tinha mais de 500 pessoas e todo mundo querendo tirar foto, querendo abraçar como se fosse tivesse acontecido agora”,  complementou.

Por fim, Wagner ainda destacou a grande identificação com o Glorioso do Rio de Janeiro.

“Dificilmente quem passa aqui não tem essa (identificação). Vou te falar um nome recente que se você perguntar, ele vai falar que é Botafogo. Não sei se você vai concordar comigo. Luiz Henrique. E ele é cria do Fluminense. Mas viver o que viveu aqui, o que a gente vive aqui, não tem como não gostar e passar a viver”, concluiu

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